Fotos do Monte das Oliveiras

Localizado na parte leste da Cidade Velha de Jerusalém, e separando-a do Deserto da Judéia, o Monte das Oliveiras é um dos mais proeminentes locais nas adjacências de Jerusalém mencionadas nas Escrituras Sagradas.

Ele é mencionado pela primeira vez como rota de fuga do Rei David durante a rebelião do seu filho Absalão, depois mais tarde em profetas; mas é mais freqüentemente mencionado no Novo Testamento, sendo a rota de Jerusalém a Bethany e o local favorito de Jesus para ensinar seus discípulos, e onde ele chorou por Jerusalém. Aqui, a Igreja Dominus Flevit foi construída pela ordem Franciscana em 1954 e desenhada por A. Barluzzi na forma de uma gota na parte de cima, permanece uma igreja Bizantina. Ao pé da montanha, adjacente à Igreja de Todas as Nações, está o Jardim Getsêmani (Gat-Shemanim – prensa de azeite em Hebraico), onde encontram-se as torres douradas da Igreja Russa Ortodoxa de Maria Madalena.

Além do complexo de igrejas adjacentes ao Monte Scopus no lado norte, que inclui a Basílica do Coração Sagrado, a Basílica Eleona e o convento de Pater Noster, está talvez o mais conhecido vasto cemitério que está em frente à Jerusalém em toda a extensão de seus declives orientais.

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Acredita-se ser este o lugar por onde Deus começará a redimir os mortos quando o Messias chegar, os Judeus sempre procuraram ser enterrados aqui. As mais famosas dessas sepulturas que se encontram ao pé da montanha, no resplendor dos muros da Cidade Velha, incluem a sepultura de Zacarias, as tumbas dos filhos de Hezir e Yad Absalão.

Um pouco mais afastado, entre as 150.000 sepulturas no cemitério Judaico, pode-se encontrar os locais dos restos mortais do filósofo Judeu Nahmanides, o restaurador do idioma Hebraico Eliezer Ben-Yehuda, ex-Primeiro Ministro Menachem Begin, Chefe dos Rabinos Avraham Isaac Kook e Shlomo Goren, e do magnata da media Robert Maxwell. Atualmente, a Municipalidade de Jerusalém, em conjunto com o Gabinete do Primeiro Ministro, estão iniciando um ambicioso projeto de renovação e de desenvolvimento para todo o local.

O projeto de 100 milhões de shekels inclui a renovação de milhares de sepulturas destruídas durante a ocupação Jordaniana sobre Jerusalém Ocidental entre 1948 e 1967 e o desenvolvimento e manutenção das estradas, cercas e um centro de informação turístico. É esperado que o projeto tenha duração de 5 anos, em função da sensível natureza religiosa da área, que impede o uso de maquinário pesado.

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