A revolução silenciosa de Donald Trump

Foto: Michael Vadon  – Nos últimos dias, logo após as eleições americanas que abateram literalmente o opinião pública internacional e americana ao mesmo tempo, está ocorrendo uma revolução silenciosa, mudanças  que poderão ter um profundo impacto na política interna americana e na política internacional, uma verdadeira mudança de rumo na história moderna, isto se tudo ocorrer conforme ele, Donald Trump está planejando.

Então conheça o que nos leva a crer que está acontecendo neste exato momento a revolução silenciosa de Donal Trump:

Algumas notas tem sido publicadas na imprensa sobre as nomeações aos futuros e mais importantes cargos da nação que comanda o mundo ocidental nos últimos 100 anos, para isso, gostaria de re-publicar duas figuras que ilustram muito bem as mudanças que nos esperam pela frente:

Ben Carson, Nimrata Randhawa, Rudy Giuliani e outros

NIMRATA RANDHAWA É FILHA DE IMIGRANTES INDIANOS E FERRENHA DEFENSORA DE ISRAEL

Depois da indicação do negro Ben Carson, filho de uma faxineira, para um dos cargos mais importantes da estrutura organizacional do seu governo, Donald Trump surpreende seus detratores nomeando agora uma mulher, oriunda de uma família de imigrantes indianos, para um dos cargos mais sensíveis da sua política externa. Ambos são evangélicos e ambos defendem Israel.

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Nimrata “Nikki” Randhawa Haley será a Embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas 

TESTEMUNHO EM LIVRO

Ao longo da campanha eleitoral que o levou à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump sempre deixou clara a sua posição a favor de Israel. Também fez questão de cercar-se de assessores cristãos que mantinham a mesma postura. Agora que começa a montar sua equipe, Trump já indicou dois cristãos proeminentes para compor o seu governo.

Depois de escolher o neurocirurgião Ben Carson para a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Humano, Trump convidou agora a governadora da Carolina do Sul, Nimrata Randhawa, para ser a Embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas.

Nimrata “Nikki” Randhawa Haley, de 44 anos, é filha de imigrantes indianos praticantes da religião Sikh, que converteu-se ao cristianismo e é hoje membro ativo da Igreja Metodista Unida nos Estados Unidos.

Nimrata Randhawa deixou a religião Sikh ainda na adolescência e descreveu estas e outras experiências na autobiografia “Can’t Is Not an Option: My American Story”.

NIMRATA RANDHAWA REPRESENTA QUEM REALMENTE É DONALD TRUMP

Além de opositora do aborto, Nimrata Randhawa é contra o excesso de leis que que visam dar privilégios especiais às comunidades LGBT.

Ferrenha defensora do Estado de Israel, foi a primeira governadora a criar uma legislação específica para combater o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções(BDS), movimento que estimula as pessoas a não comprarem produtos feitos em Israel ou por companhias que tenham fábricas naquele país.

Nimrata opôs-se às políticas de Barack Obama para o Oriente Médio e fez severas críticas à forma como a Casa Branca lidou com a questão nuclear iraniana.

Com esta indicação, Nimrata Randhawa torna-se a primeira mulher e a primeira representante de uma “minoria” a ser nomeada para a administração Donald Trump.

No comunicado oficial, o próximo presidente dos Estados Unidos destacou que “ela será uma grande líder para nos representar no palco mundo.”

Após o anúncio, Danny Danon, embaixador de Israel na ONU elogiou a escolha e Riyad Mansour, representante palestino, criticou a nova embaixadora dizendo que ela é reconhecidamente pró-Israel.

Em janeiro de 2017 Nimrata Randhawa terá a oportunidade de influenciar a posição norte-americana na ONU, pois estão previstas votações de uma série de resoluções contra Israel.

Trata-se de um duro golpe para o lobby árabe que vem tentando criar formas de forçar o reconhecimento da Palestina como uma nação independente e também de dividir a cidade de Jerusalém.

Reportagem de Roberto Kedoshim

Conclusão

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Foto de Rudy Giuliani: Crzrussian

Após décadas de pressão americana afim de ceder ao chantagista palestino, décadas de alinhamento mundial contra o direito judaico da Terra Santa, parece que o vento quente do deserto da peninsula arábica está se transformando em uma briza agradável do Mar Mediterrâneo e que finalmente o Povo de Israel poderá se sentir mais confortável em relação a sua condição em sua terra.

Diante das nomeações tão inesperada, ainda existem as que já são esperadas como Rudy Giuliani que foi Prefeito de New York na fase mais difícil que a cidade atravessava onde a violência chegou ao auge, a violência era tanto que foi enredo de diversos filmes sobre violência e criminalidade.

Rudy Giuliani implantou uma política bem severa de combate ao crime, pressionou os membros do conselho regional e da justiça americana a agravar as punições e dar mais liberdade de ações aos policiais, o resultado foi que qualquer bandidismo se borrava todo só em pensar que cairia nas mãos dos policiais nova yorquinos, após a primeira cadência de Rudy Giuliani, a violência caiu dramaticamente e New York nos dias de hoje, como todos sabem, é muito segura e atrai milhões de turistas de todo mundo, o que ajuda a enganar ainda mais a economia americana.

Rudolph William Louis Giuliani KBE (Brooklyn, Nova Iorque, 28 de maio de 1944) é um político americano, descendente de imigrantes italianos da região da Toscana, ex-chefe do governo municipal da sua cidade natal (de 1 de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 2002). Tornou-se famoso por implementar uma política de “tolerância zero” contra criminosos, o que diminuiu as taxas de criminalidade da cidade. Em 1993, baseando a sua campanha na qualidade de vida, combate ao crime, desenvolvimento do comércio e da educação foi prefeito da cidade por duas vezes. Com Giuliani como prefeito os crimes em Nova Iorque desceram 57%. Só os assassinatos foram reduzidos em 65%. A partir daí, o FBI considerou Nova Iorque a cidade mais segura das grandes cidades norte-americanas. Passou a ser um modelo para outras cidades e viu crescer o número de turistas. Outra das medidas do republicano Rudy Giuliani foi limpar a cidade, o metrô e os espaços públicos, sendo o melhor exemplo a Times Square. Era ele o prefeito quando se deram os Ataques de 11 de Setembro de 2001 que causaram centenas de vítimas no World Trade Center.

Seja para bem ou para mal, alguma coisa está realmente acontecendo no Governo Americano, minha esperança é que se trate de algo bom, bom para o Estado de Israel.

Se Donald Trump está nomeando pessoas assim, este para mim é sem dúvida alguma uma verdadeira revolução silenciosa que só o tempo poderá dizer se estávamos errados ou não…

Que Adonai abençoe a América!!!

 

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