A Dura Resposta Israelense aos Palestinos

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Lider do Hamas Condenou Morte de Bin Laden - facebook de Benjamin Netanyahu

Após mais de seis horas de debate na cúpula do governo do Estado de Israel, a decisão foi praticamente unânime, a resposta de Israel a artimanha palestina será dura:

O Governo de Israel declarou que deverá acionar imediatamente contra a Autoridade Palestina uma dura ação diplomática explicando que o real motivo do fracasso das conversações é a falta de interesse real palesno pela PAZ, coisa que pelo visto o Mundo já está cansado de saber mas prefere ignorar.

A segunda e dura resposta de Israel será no campo econômico pois os territórios palestinos quase não produzem nada e têm uma economia muito frágil, as sanções serão à economia dos palestinos.

Os serviços de segurança de Israel se surpreenderam com o anuncio de um acordo entre o Fatah e o Hamas, principalmente porque Abbas havia declarado aos meios de comunicação internacional que estava intencionado a desmontar a Autoridade Palestina, ao invés disso, ele resolveu aderir aos terroristas mais radicais do Mundo atual, sinalizando que deverá recorrer a força ao invés da PAZ.

Líderes do Governo de Israel que participaram da reunião declararam aos meios de comunicação que Mahmoud Abbas será facilmente desmascarado diante das nações do Mundo, visto que esta literalmente mentindo e omitindo o acordo que estava fazendo com os terroristas.

Por causa do envolvimento do Fatah com o Hamas, a Autoridade Palestina passa a recolher em seu seio um grupo terrorista como possível sucessor do Fatah e Abu Mazen, e como o Governo de Israel já havia declarado que não negociaria jamais com o Hamas, agora as negociações de PAZ entre palestinos e isralenses serão definitivamente paralisadas.

Mediante este quadro dramático, infelizmente o que se pode esperar é uma desconexão completa entre o Governo de Israel e a Autoridade Palestinam, o que poderá levar a um conflito armado devido a falta de cooperação na área de segurança, este foi o mesmo quadro antes de estourar a Segunda Intifada no ano de 2000.