ACRE – AKKO, uma cidade incrível

Em sua localização atual, Akko possui uma longa história de diversas culturas: israelitas, gregos, romanos, cruzados e árabes. Akko é uma cidade sagrada na Fé Bahá’í e tem sido reconhecido como Património Mundial pela UNESCO como um local de extraordinária importância para o património cultural do mundo.

Em Akko, as principais atrações são:

  • Túnel dos Templários
  • Cidadela dos Cruzados
  • Mercado Árabe(Shuk)
  • Marina
  • Passeio sobre a muralha
  • Mesquitas ebertas a visitação
  • Alimentação de frutos do mar

A RUA SUL de Akko

Ao sul da Fortaleza Hospitalar foi descoberta uma rua que ia desde a portal norte(Porta de São João) seguindo em direção sul pela parede oriental, de lá passa para a direção ocidental até a igreja de São João, em uma distância de 50 metros a rua se direciona para o sul rumo ao bairro Genoasi, neste local foi construída um portal de pedra monumental, o que permitia aos membros da Ordem fechar a passagem em caso de emergência.

Da Rua Sul se dividia uma outra rua pública que se dirigia para o oriente, rumo ao bairro do Rei. Esta rua cuja a largura é de dez metros era coberta de placas de pedra, na parte sul da cidade foram descobertas diversas lojas.

O JARDIM ENCANTADO de Akko

Na época dos cruzados o jardim encantado ficava na parte norte da cidade, junto a muralha. Do seu lado oriental ficava o palácio do Rei Cruzado e ao seu lado ocidental ficava a fortaleza da hospedaria da Ordem dos Cruzados de São João. Sobre suas ruínas foi construído na época do Sultão Turco o palácio do governante e a área do jardim era parte do jardim particular do palácio.

Em 1799 ocorreram na área do jardim as batalhas entre os soldados de Napoleão e os defensores da cidade. Os soldados de Napoleão conseguiram entrar na cidade mais foram empurrados para foram e não conseguiram conquistá-la. Nos dias de hoje, o jardim é utilizado como centro de visitantes reservas de Acre e da Galileia e como entrada nova para a Fortaleza de Acre.

Horários de Abertura

De domingo a quinta-feira de 08:30 as 17:00 hs.

Sexta-feira e Vésperas de Feriados de 08:30 as 14:00 hs. Entrada Livre

MUSEU OKASHI de Akko

Junto a Fortaleza dos Cavaleiros da Ordem dos templários há uma construção do período otomano construído em forma de domos com colunas que se cruzam no teto em forma de “costelas”, neste local funcional um museu que mostra diversas exposições temporárias de diversos artistas israelenses ao lado de uma exposição permanente de Absalão Okashi. Este artista foi uma das espinhais dorsais do grupo de artistas “Novos Horizontes”, uma das primeiras correntes artísticas organizadas logo após a guerra da independência do Estado de Israel. Okashi viveu a maior parte de sua vida em Acre(Acco) e nesta cidade criou seu curso de pintura que acabou se transformando no atual Museu Okashi após sua morte.

Suas raízes no começo de sua carreira eram baseadas na natureza e na vida espiritual em torno das escrituras sagradas.

A FORTALEZA HOSPITALAR de Akko

A fortaleza foi construída sob a forma de quatro alas que cercam um pátio aberto. A ala norte foi construída ao longo da parede norte da cidade, sendo a Fortaleza uma parte integrante das paredes de defesa de Acre e do portão principal ao norte. Esta ala é composta de nove corredores longos e estreitos: As salas de 1 a 6 serviram como armazéns, as salas 7 e 8 como um grande reservatório em que a água da chuva era drenada dos telhados. O pavilhão 9 e serviu como uma passagem para o pátio a central do norte.

Um espaçoso salão foi construído na ala leste, medindo 35 X 40 metros. O salão tem um teto em abobodas e cruciforme  sustentado  por  colunas  quadradas,  aberturas na frente para o norte e amplas janelas de frente para o oeste e o sul. O local serviu como uma sala de  conferências e cerimônias da ordem dos  cavaleiro.

Na ala sul há um salão elegante, com um teto em abobodas cruciforme, sustentado por três colunas redondas com um diâmetro particularmente grande. O salão é elegante, com decorações nas bases das colunas que sustentam o teto. Duas aberturas de frente para o pátio central: uma porta que se abre para as janelas do leste e frente para o sul. Esta sala aparentemente serviu como sala de jantar da ordem. Próximo a ele existe uma outra sala, também na ala sul. Esta sala ainda não foi revelada, mas é bem provável que serviu como a cozinha.

A ala norte, é uma oriúnda de duas câmaras e foi usada como um dormitório para os guerreiros. Na parte norte desta sala foram descobertos banheiros públicos, alem disso, o local foi construído em dois níveis, cada um dos

quais continha cerca de 30 dependências de banheiro. O esgoto era drenado por meio de calhas instaladas nos muros e levado a uma sala de coleta, que drenados, eram levados uma canalização do esgoto municipal central.

A ala do dormitório ocidental e a ala sul da sala de jantar foram construídas em estilo gótico, elegante, ao contrário dos restantes câmaras e parece ter sido construído em data posterior.

Verão

HO R ÁR I O S DE ABE R T U R A

De domingo a quinta-feira, sábado e feriados de 09:30 as 18:30 hs.

Vésperas de feriado e sexta-feira de 09:30 as 15:00 hs.

Inverno

Verão – De domingo a quinta-feira, sábado e feriados de 09:30 as 17:00 hs.

Vésperas de feriado e sexta-feira de 09:30 as 14:00 hs.

HAMAM EL-BASHA (O HAMAM TURCO) Akko

Hamam El-Basha foi uma casa de banho público construída no ano de 1795 pelas mão de El Jazar e foi construído de acordo com os banhos orientais típico do império turco nos séculos XVIII e XIX. O salão de entrada é utilizado como vestiário e no centro há um chafariz de mármore. Do vestiário há um corredor que leva a uma série de salões quentes e o últimos dos salões é uma sala de vapores cuja a forma é de octogonal cujas abobadas são erguidas por colunas de mármore e seus quatro cantos são salas de uso pessoal. Os pisos e demais objetos de decoração são de mármore ou cerâmica luxuosa encomendada especialmente para sua construção. Esta belíssima construção é parte do roteiro realizado junto com a Fortaleza da Hospedaria e é possível visitá-lo com a compra de um cartão de entrada conjunta nos pontos de visita em Acre.

O TÚNEL DOS TEMPLÁRIOS em Akko

Na segunda parte do século XVII os Cavaleiros da Ordem do Templários iniciaram a construção de seu bairro na parte sudoeste da cidade. Um escrivão que vivia na época descreveu em seus escritos: “A Fortaleza dos Templários era a mais segura de toda a cidade e esta ia desde a linha do mar no lado ocidental cuja a entrada era protegida por duas torres. Sua torres tinha a largura de suas paredes de 28 pés, ao lado de cada uma duas grandes torres foram construídas outras duas menores e ao topo de cada torre foi posto um leão dourado.” Os restos da fortaleza hoje estão sob as águas do mediterrâneo mas o túnel que vai desde o ocidente até o porto oriental foi escavado parte na rocha e parte construído em forma de domos que sustentavam as construções acima do túnel que percorre uma distância de 350 metros.

O Túnel da Ordem dos Templários foi descoberto em 1994 e foi aberto ao público pela primeira vez em 1999 após reclamações de uma anciã que estava com problemas no seu sistema de esgoto. Funcionários da prefeitura de Acre que vieram verificar o problema se depararam com uma descoberta fabulosa. Afim de preparar os túnel para visitação tiveram que ser realizados trabalhos de escoação, limpeza de grande quantidade de detritos e a instalação de bombas que escoam a água constante que flui no local pelos lençóis subterrâneos existentes ali.

Verão

HO R ÁR I O S DE ABE R T U R A

Domingo a quinta-feira e feriados 09:30 as 19:30 Vésperas de feriados de 09:30 as 17:30

Inverno

Domingo a quinta-feira e feriados 09:30 as 17:30 Vésperas de feriados de 09:30 as 17:30

Entrada: 10 Shekels

Verifique a possibilidade da compra de um cartão de entrada conjunto para todas a áreas de visita paga.

HAN DOS COMERCIANTES de Akko

Han A-Shawuarda foi construído provavelmente por Dahar Al-Omer no século XVIII em torno de um pátio central quadrado e com colunas por todos os lados. Na parte centra restos do que poderia ter sido um local para dar água aos animais da cidade(cavalos e gado). Na época do Mandato Britânico foram feitas pequenas aberturas de norte a sul para facilitar a passagem. Acredita-se que o local funcionava um convento de freiras da ordem de Clarice na época dos cruzados e quando os muçulmanos invadiram a cidade, as mulheres se mataram cortando os os narizes para não caírem nas mãos dos conquistadores muçulmanos. A história foi relatada por Mondril em 1697.

HAN A-SHUNA

Han A-Shuna está situada a uma distância de apenas 30 metros de Han Al-Umdan o mais antigo depósito de Acre que era utilizado como armazéns de colheita. Uma inscrição em árabe relata a sua reforma nos dias de Dahar Al-Omer, a importância do Han A-Shuna se deve principalmente as partes inferiores(térreo) que ainda mantém ruínas da construção original no tempo dos cruzados.

HAN AL-UMDAN

É um grande Han de comerciantes junto ao porto que era utilizado para o comércio internacional. Os comerciantes utilizavam a parte inferior para armazenar as mercadorias em seus depósitos e na parte superior funcionava um hotel que os abrigava em seus quartos durante sua estadia em Acre.

O Han Al-Umdan foi construído no século XVIII por Ahmad Al-Jazar se sua construção está baseada em colunas de granito que foram trazidas para ali de diversos locais da região. O pátio do Han Al-Umdan está aberto ao público todas as horas do dia. Entrada grátis.

Diversos filmes realizados por Hollywood sobre a Terra Santa filmados em Israel utilizaram o Han Al-Umdan como cenário.

HAN AL-FARANJ

O Han Al-Faranj foi construído na segunda parte do século XVI por comerciantes franceses e no local havia o pátio principal do bairro veneziano no período dos cruzados. Este é o Han mais antigo de Acre que permanece inteiro até os dias de hoje. Seu nome é baseado no nome dos comerciantes franceses que o construíram, viveram e comercializaram ali até o século XVIII, quando foram expulsos da cidade por Jazar Pachá. Ao expulsá-los dali, Jazar Pahar dominou o comércio do algodão que antes era monopolizados pelos franceses, e ali vivia o governante de Acre que passou a morar ali afim de fiscalizar melhor o pagamento dos impostos por parte dos comerciantes franceses.

Nos dias de hoje funciona alí em um dos setores uma escola e o pátio do Han está sempre aberto ao público. Entrada grátis.

AS MURALHAS DE ACRE

As muralhas de Acre são compostas de três principais grupos de muralhas cujo lado sul esta praticamente intacto as outras duas partes somente algumas partes resistiram ao tempo. Ela em composta de pequenas muralhas contrárias para dar suporte, passagens e rampas. O sistema de muralhas foi construído em etapas entre os anos de 1750 e 1840.

Uma das partes foi construída por Dahar Al-Omer no    período otomano nos anos de 1750 e 1751. As muralha   foram re-construídas a partir de ruínas das muralhas construídas  anteriormente  pelos  cruzados,  incluindo também novas construções. No fim de sua construção,  a muralha contornava toda a cidade, esta era a muralha estreita(cerca  de  um  metro  de  largura)  e  sua  altura  ia desde 10 metros até 13 metros dependendo do local. Nesta primeira fase a muralha não tinha fosso, haviam Hans e  apenas  duas  entradas  para  a  cidade,  uma  no  noroeste  e outra  no  sudeste  da cidade.

O local mais largo da muralha ficava no palácio de Dahar, contendo cerca de cinco metros de largura e um fosso para proteger o palácio.

O BAZAR TURCO

Desde os ano de 1291, quando os cruzados foram expulsos da cidade, cerca de 450 anos a cidade ficou praticamente abandonada. Após este período a cidade foi reconstruída sob as ruínas da cidade cruzada por um dominados beduíno Dahar Al-Omer, entre os anos de 1750 a 1775 que havia criado na Galileia um reino independente e transformou a cidade em sua capital. Ele renovou as muralhas, limpou e preparou o porto e construiu nela seu palácio particular.

Em 1775 conquistou a cidade um oficial egípcio do Império Otomano, Ahmad Al-Jazar que o condenou a morte por se rebelar contra o Império Otomano. Ahmad Al-Jazar continuou a tarefa de Dahar transformando a cidade em um centro comercial de toda a região, neste período iniciou-se a construção de Hans,

Bazares para os moradores da cidade.

O bazar turco foi construído no fim do século XVIII para servir a população local, o mercado foi abandonado em 1948 com a conquista da cidade pelas Força de Defesa de Israel. Com a conquista o local foi re-aberto nos últimos anos como um centro de artesanato e comércio local.

O bazar hoje oferece ao público de turistas, loja que vendem souvenirs e artesanato e está aberto todos os dias até as 18:00 hs, no período dos festivais fica aberto até tarde.

O MERCADO BRANCO

O mercado branco foi construído por Dahar Al-Omer entre 1750 e 1775, ficando completamente destruído após um incêndio ocorrido ali. O local foi restaurado em 1817 por Suleiman, recebendo o nome de mercado branco devido ao calcário, matéria prima de sua construção. O mercado e a rua foram construído como uma única unidade com abóbadas que se elevam cobrindo a rua em sua largura, abóbadas em forma de barris nos lados e abóbadas maiores na parte central, enquanto as laterais vão se estreitando em direção a cidade, o salão mantém seu  tamanho original.

RUA DO MERCADO

A rua do mercado se projeta desde a parte norte da cidade até a parte sul e representa uma via principal dentro da cidade velha de Acre. Na época dos cruzados, esta ia   desde a Fortaleza dos Templários, passando pelo caminho do Rei(Via Regis) até a Marina, onde estava o antigo  porto.

Neste local hoje se encontra o principal mercado tradicional de Acre, um mercado típico oriental cheio de cores, cheiros e sabores como doces turcos, alimentos típicos da região e muitos temperos que só se encontram na região. Ao sul da rua do Shuk(mercado) se encontram mais dois locais que vale a pena serem visitados. A sinagoga de Acre Antiga e a Casa das Flores.

O PORTO DE ACRE

O porto de Acre foi lembrado pela primeira vez nas jornadas de Khambizes em sua conquista do Egito nos anos de 525-527 A.C, durante as quais foram concentradas uma grande quantidade de embarcações que transportavam soldados, cavalos e muito abastecimento. Este fato em que foram abrigados uma grande frota revela que é bem provável que o quebra-mar do sul já existia neste período.

Durante o primeiro período muçulmano de Acre, foi construído um cais para grande embarcações que resistiu por um curto período da história, quando foi destruído pelo governante do Egito nos anos de 884-868 Ahmed Ivan Toulon que havia conquistado parte da Terra Santa e da Síria. Ele decidiu também reforçar sua infra-estrutura, bem como a da cidade de Tiro no Líbano.

Durante o período dos Cruzados cresceu a importância da cidade, pois esta era a porta de entrada e contato com os países orientais. Além disso um dos fatores que impulsionaram as construções em torno do porto foi a limitação de seu uso nos meses de Maio a Outubro, o que incentivou o uso de grandes áreas para a construções de depósitos e instalações com a finalidade de armazenar as mercadorias para os peregrinos que chegavam.

Após a conquista otomana, o uso do porto foi praticamente abandonado e era utilizado principalmente para barcos de pescadores. Pinturas do século XVIII mostram como as muralhas e o quebra mar da época dos cruzados se elevavam na paisagem em relação as demais construções. Pelo visto, nos últimos dias Dahar Al-Omer no século XVIII foram concluídos uma série de melhoras no porto, permitindo a entrada de grandes barcos a vela, o que auxiliou no desenvolvimento do comércio marítimo a partir deste período. No início do século XIX o porto estava em boas condições e foi utilizado pelas frotas do Egípcio Muhamad Ali e Ibraim Faha, durante os bombardeios dos ingleses e austríacos na metade do século XIX foram destruídos parte da muralha do quebra mar sul e também a torre da moscas no ano de 1840.

Durante vários períodos da história, cristãos e judeus que peregrinavam à Terra Santa, fizeram o seu caminho pelo porto de Acre e sua posição como um lugar de estrema importância para a Terra de Israel iniciou-se com a conquista da cidade pelos cruzados no ano de 1104.

SANTUÁRIOS EM ACRE

Em Acre o visitante pode visitar uma série de locais de orações que estão abertos para as principais três religiões monoteísta do Mundo. Em pequenas distâncias uns dos outros, convivem neste local e em harmonia, santuários do Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, sendo Acre uma cidade exemplar de convívio entre diversas etnias.

Ali estão a Beith Knesset(Sinagoga) de Acabe(1747 A.D.), a Sinagoga Tunisiana, a Igreja dos Carmelitas(1291 A.D.), Igreja Morronica(1666 A.D), Franciscana Terra Santa(1291 A.D) e de Andrias, São João e São Jorge(coloniais, séculos XII e XIII), Mesquitas de Al-Jazar, Al-Mina, Al-Zituna e

Al-Madjadela entre muitas outras. Ainda que não haja interesse espiritual em visitar este locais, há entre eles locais de extrema beleza arquitetônica e artística, vale a pena conferir. Uma viagem de barco em torno de suas muralhas pode tornar este passeio simplesmente inesquecível.

 

COMO CHEGAR :

Chegar a Akko (Acre) é muito simples, siga de carro em direção ao norte de Haifa ou pelos trens de Israel.

De carro

Apartir de Tel Aviv, pegue a auto-estrada 2(litoral) em direção ao norte, siga até Haifa e passe a seguir as placas que indicam para Akko. Apartir de Jerusalém, siga pela estrada número 1 e depois pegue a estrada número 20, siga-a até o trevo que a liga a estrada número 5 a direita e depois a número 2 a esquerda. siga até Haifa e passe a seguir as placas que indicam para Akko.

De trem

Trens de Israel – A cada 20 minutos no horário de pico. 43 NIS de Tel Aviv, 14 NIS de Haifa. A operadora de trens em Israel tem mais de 40 trens diários de e para Akko a cada  20 minutos durante o horário de pico. Alguns desses trens vão somente até Haifa, enquanto outros continuam a Tel Aviv e aeroporto de Ben Gurion.

De ônibus

Compania Egged. Cerca de 11,7 NIS de Haifa e de Carmiel.  A empresa de ônibus nacional tem uma linha mais lenta e  mais barata de Akko, com linhas de ônibus 271, 272 e 251. Linhas 361, 262 e 500 liga Akko com  Carmiel.

De táxi

Serviços de táxis constumam viajar com freqüência a partir do bairro Hadar de Haifa para Aco. Eles são tão baratos ou mais barato que o ônibus. Procure uma placa dizendo “Akko Naharia” ou “Akko Karmiel” em hebraico na parte da frente de táxi de serviço(normalmente van).

Se você não sabe hebraico, vá para a rua Herzel, em Haifa, apontar um dedo índice em um ângulo de 45 graus com o solo (o sinal de carona israelense), quando um serviço de táxi parar, pergunte para onde está indo.