El Al, a empresa aérea de Israel paralisou suas atividades

Durante a noite, a maior companhia aérea de Israel, a El Al, anunciou que enviou para casa, em férias forçadas, nada menos que 500 funcionários ao todo, entre eles, 100 pilotos de aviões. O anúncio foi feito após a empresa e o sindicato dos trabalhadores não chegarem a um acordo satisfatório para passar o período da crise. O Sindicato não abriu mão dos direitos conquistados e a empresa que agora está sem recursos vai ter que mandar muitos embora. As vezes é melhor ceder do que perder o emprego.

O anúncio da EL-AL veio segundo o anúncio de mais duas grandes empresas que estão dispensando seus funcionários. Uma delas, a Indústria Aeroespacial de Israel que está demitindo 900 funcionários do setor de engenharia, e a segunda empresa, a Amdocs, uma empresa no setor de alta-tecnologia de softwares, que estará dispensando 1000 funcionários.

Os números divulgados de demitidos ou dispensados está aumentando cada vez mais, o que revela o quão ineficaz está a política econômica do governo. Isto provavelmente se deve a diversos fatores, o primeiro e mais importante deve estar ligado ao fundo de reserva nacional, que é administrado principalmente pelo seguro nacional. Podendo não haver fundo o suficiente para cumprir as muitas promessas de apoio financeiro as grandes empresas, médias e pequenas empresas e principalmente aos autônomos do país que já estão em um nível econômico muito baixo.

Se o governo não tomar as medidas necessárias para reverter este quadro, creio que outras grandes empresas tomarão a mesma atitude, então chegaremos a um número astronômico de desempregados e a recessão econômica poderá passar a uma depressão econômica e social, o que é perigoso para qualquer democracia, por mais consolidada que possa estar.