Imprensa internacional: Israel destruiu fábrica de armamentos iranianos na Síria

Mais uma vez o Estado de Israel com seu braço forte, as Forças de Defesa de Israel, fizeram uma operação militar cirúrgica cumprindo a promessa de que não vai tolerar atividades iranianas e a produção de armamento estratégico na Síria. Segundo a imprensa internacional, a Força Aérea de Israel destruiu fábrica de armamentos iranianos na Síria.

Em 2013 Israel atacou na mesma região um comboio de armas químicas do Governo da Síria sob o comando do Presidente Assad, um verdadeiro criminoso de guerra.

Em 27 de Abril deste ano, a Força Aérea de Israel bombardeou parte do Aeroporto de Damasco, onde havia uma base de armamento estratégico que estava sendo contrabandeando para o Hezbollah no Líbano.

Em 24 de junho deste anos Israel atacou tanks do Exército da Síria após estes terem disparados em direção ao Estado de Israel.

EM 7 de Setembro deste ano, enquanto no Brasil se comemorava a independência do país, Israel destruir fábrica de armas químicas na Síria. Isto veio logo após agências de inteligência do ocidente e o próprio governo americano terem anunciado que o governo do terrorista Assad utilizara novamente armas químicas contra a própria população.

Apesar das constantes ameaças da Síria de revidar seriamente com retaliações pesadas contra o Estado de Israel, o governo de Israel já declarou que não vai recuar e não vai tolerar a influência iraniana na região. Além disso as Forças de Defesa do Estado de Israel já avisaram que toda e qualquer tentativa de produção e contrabando de armas estratégicas serão devidamente eliminadas a todo custo.

O Estado de Israel não brinca com a segurança de seus cidadãos, onde o inimigo levantar a cabeça para atacar e abusar da tolerância de Israel, ele vai ser caçado e pagará um preço muito alto. Ainda hoje, em entrevista a um jornal do Qatar, o presidente do Líbano teve a coragem de dizer que todos no país estão unidos e prontos para combater contra o Estado e o Povo  de Israel. Parece que o Líbano que esqueceu que foi quase completamente destruído na última guerra do Líbano em 2006, parece que os danos que a IDF deverão fazer na próxima rodada com o Líbano deverão ser muito mais sérios afim de que o país abandone sua política de ódio gratuito ao Estado de Israel. Os maiores inimigos dos muçulmanos não são o Estado e o Povo de Israel, mas sim seus líderes fanáticos que não entendem que devem investir na educação e sociedade de seus países ao invés de investirem em armamento e ódio.

Foto ilustração: Pexels.com

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