Irã está arriscando uma Terceira Guerra Mundial

Na noite passada foi publicado em Israel um artigo bastante amplo falando sobre os riscos que podem levar ao Irã, o Estado de Israel e todo o Oriente Médio a um conflito sem precedentes, o artigo saiu em primeira mão no IsraelHayom e trazemos aqui os principais detalhes dele.

Uma série de relatos indicam que Israel continua atacando e, mais recentemente, com ainda mais uso da força, são ataque contra as forças iranianas e suas infraestruturas na Síria. A mídia descreve extensivamente esses ataques como uma continuação de uma guerra entre as guerras, uma campanha na qual Israel destrói as capacidades avançadas de seus inimigos, a fim de estar melhor preparado para a eclosão da próxima luta armada.

Em uma entrevista em dezembro de 2018, antes de sua aposentadoria, o Chefe do Estado Maior General Gadi Izenkot admitiu que Israel atacou milhares de alvos na Síria durante seu mandato e os destruiu, recebendo crédito em alguns casos. Até recentemente, o foco era principalmente quando e onde Israel atacou e não o que foi destruído, e isso está começando a mudar.

Não é difícil determinar a localização dos ataques: a grande maioria está na Síria, um país em estado de caos após anos de guerra civil, e agora também exposto à crise do coronavírus. O Irã continua a explorar o caos e está empregando forças e armas no país, na tentativa de se preparar para um confronto com Israel. Isso inclui forças militares e milícias xiitas, mas também armas avançadas e mortais.

De acordo com a análise realizada no Estado-Maior General liderada pelo tenente-coronel Aviv Kochavi, antes do início do “Tnufa” e da crise de Coronavírus, esta era a principal preocupação das Forças de Defesa de Israel, perdendo apenas para a ameaça nuclear iraniana, que também parece ter sofrido golpes severos recentemente. A abordagem as atividades iranianas na introdução de recursos de mísseis tele guiados de precisão na arena norte e, no futuramente, provavelmente também no sul, em Gaza.

O programa de mísseis iranianos começou durante a Guerra Irã-Iraque entre os anos de 1988 e 1980, quando militares e civis iranianos estavam sob constante bombardeio de mísseis iraquianos. Em busca de capacidades semelhantes, o então porta-voz do Majles Rafsanjani, liderou os esforços para obter mísseis da Líbia, Síria e Coréia do Norte. Começou aí a escalada de armamentos da ditadura iraniana, com a fome, veio a vontade de comer.

À medida que o Irã adquiria domínio suficiente sobre tecnologia e manufatura, começou a exportar os seus conhecimentos, peças e, às vezes, os próprios mísseis para seus aliados no Oriente Médio. O Irã tem armado principalmente o Hamas e o Hezbollah com uma variedade de mísseis com capacidades diversas, mas ainda não com mísseis de precisão. O objetivo é afogar Israel em ondas de lançamentos de mísseis que o paralisariam, mas ao mesmo tempo, o Estado de Israel desenvolveu uma defesa ativa que neutralizou grande parte da ameaça.

Frustrados com a tecnologia israelense, os iranianos também começaram a exportar armamentos tele guiados com precisão a partir de 2013, pensando que esse armamento seria capaz de superar alguns dos sistemas de defesa existentes em Israel. É um armamento capaz de atacar com uma precisão de cerca de 10 metros do alvo pretendido, uma precisão mortal que representa o que Israel chama de arma “desequilíbrio estratégico”, que as Forças de Defesa de Israel pretende impedir a todo custo que chegue as mãos do grupo terrorista do Líbano, o Hezbollah.

Mísseis com tamanha precisão poderá ser lançados para atingir bases militares em Israel e muitos outros edifícios estratégicos como instituições governamentais e até mesmo hospitais e escolas. Irã já declarou que seu alvo é o extermínio do Estado de Israel. Sendo assim, este ódio desenfreado e fogo pesado, direcionado contra os judeus, poderá acabar se voltando contra eles mesmos, os iranianos.

O fato é que se realmente Irã continuar armando grupos terroristas com vem feito a décadas e alcançar uma rota para traficar armamento de desequilíbrio estratégico, aquilo que vemos hoje em termos de ataques a tropas pró-iranianas vai ser uma boa lembrança de temos de paz. Se algum conflito com estas armar estratégicas começar na região, poderá representar o fim dos países que conhecemos hoje e a instauração de uma guerra regional que poderá incendiar não somente o Oriente Médio, mas o Mundo inteiro.

O fato é que tanto Israel quanto a Arábia Saudita são alvos de ataques de grupos terroristas financiados pela República Islâmica do Irã, diariamente. Se o Estado de Israel se sentir acuado e ameaçado em sua existência, não tenho dúvidas de que usará todos os seus recursos afim de garantir a sobrevivência do Povo de Israel, e as consequências para o Irã e o Mundo inteiro poderão ser simplesmente desastrosas. A minha esperança é que a barriga roncado no Irã fale mais alto e o povo e os próprios militares coloquem para fora seus líderes extremistas e busquem a paz com os outros países da região, encerrando as aspirações imperialistas islâmicas, antes que seja tarde demais.

2 comentários em “Irã está arriscando uma Terceira Guerra Mundial”

  1. Os tambores da guerra estão rufando!
    Enquanto a humanidade estiver armada até aos dentes,deverá mastigar a violência sempre!
    Jesus tem de vir para consertar essa bagunça em que está o mundo!
    “E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras”(Mt 24. 6a).

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