Israel século XXI revolucionando em suas relações diplomática

3000 anos após as primeiras relações diplomáticas entre os hebreus e os africanos, o Mundo dá voltas, e as relações comerciais, diplomáticas e culturais só tendem a se fortalecer.

O Estado de Israel que já está investindo bilhões em pesquisa científica, tecnológica e no recuo do deserto está se juntando aos países africanos para o que pode se tornar uma verdadeira nova revolução industrial e científica.

Por décadas, por causa da forte influência comunista e islamica no continente africano, as relações entre os países da África e o Estado de Israel eram muito frágil, praticamente impossível, principalmente após o envolvimento de Idi Amin Dada no sequestro do avião repleto de Israelenses em 4 de julho de 1976, que foi levado para o aeroporto de Entebbe em Uganda.

A missão da Operação Entebbe foi muito bem sucedida (102 dos 106 reféns resgatados), porém, um único morto entre os oficiais israelenses que lideraram a operação, Yoni Netanyahu, irmão mais velho de Benjamin Netanyahu foi abatido no último momento, durante o encerramento da operação.

Benjamin Netanyahu aceitou o pedido de desculpas feito pelo filho de Idi Amin Dada quarenta anos após a operação, as delegações iniciaram uma série de conversações que está culminando esta semana com a visita oficial do Primeiro Ministro do Estado de Israel a diversos países africanos, o reatamento de relações comerciais e a cooperação nos campos científicos e tecnológicos, este é Israel se preparando para o terceiro milênio.

Cansaço nas Relações Exteriores com Países Inclinados a Apoiar o Mundo Árabe

Todos nós sabemos o quanto os EUA e a Europa fazem pressão contra o Estado e os Governantes de Israel para chegar a um acordo com os palestinos, que jamais tiveram uma nação e desejam implantar uma no coração da Terra Santa, terra prometida a Adonai ao Povo de Israel.

Os anos se passaram e nenhum apoio ou pressão feita para ambos os lados fez efeito ou gerou algum avanço real em relação ao processo de PAZ, a verdade que precisa ser dita é que os palestinos não querem paz, não querem viver ao lado de Israel, mas sim no lugar de Israel, e por causa disso, sabendo que em breve esta situação não vai mudar, o governo de Israel está buscando novas parcerias afim de fortalecer suas funções na diplomacia mundial.

No continente africano há muito solo, muita água e muitos recursos minerais, hidráulicos, recursos humanos e a lista é sem fim, o Estado de Israel por sua vez carece de todos estes, porém é rico em tecnologia, ciência, medicina, educação, pesquisa, parece que nada mais natural do que unir Israel aos países africanos mais liberais para formar uma nova frente, um novo bloco econômico e diplomático sem precedentes, se a sabedoria judaica se unir aos recursos e ao carisma africano, isto com certeza será uma excelente forma de sucesso.

Israel no século XXI está olhando a sua volta, para perto e para longe, abrindo as portas para novas parcerias, quem sabe não está na hora do Brasil aproveitar en se unir mais uma vez ao Estado de Israel, ao Povo de Israel, em uma revolução diplomática silenciosa e sem precedentes… viva Israel, viva a África e viva o Brasil!

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