Líbano está a beira do caos econômico

Quando os canhões para de soar e o dinheiro iraniano e do tráfico de drogas do Hezbollah não chega para alimentar a bandidagem, a fome começa a apertar para todos, não somente para a máfia de Nasrallah.

Depois que o Presidente dos Estados Unidos fechou o canal de passagem de dinheiro ilegal entrando no Líbano, não há mais como Hezbollah alimentar seus chacais. Mas a dura pena sobre os bancos libaneses está afetando muito mais ainda os libaneses comuns, que agora não tem como transferir dinheiro para fora do país. Dinheiro não entra e nem saí pelos bancos libaneses, e como o Líbano é um país parasita de conflitos, seu destino é mudar ou se afundar de vez.

A população já está nas ruas, Hezbollah está ajudando a fazer o trabalho sujo para o governo de Al-Hariri, mas atacar o próprio povo não será tão fácil assim. Este caos no Líbano pode sinalizar o fim da era Hezbollah, uma guerra civil no Líbano é a única coisa que ninguém quer, mas pode acabar sendo inevitável. O caos instaurado no país pela pressão econômica justa americana, pode ser algo muito ruim para a população, mas poderá ajudar a corrigir distorções onde a tirania estava vivendo as custas daqueles que realmente trabalham no país e não vivem de conflitos armados.

O Líbano é um país lindo e o povo libanês, de uma forma geral é um povo muito agradável, mas ter deixado o Hezbollah ao longo das últimas décadas, ser quem de facto controla o país, poderá agora custar para eles muito caro. Por acabar por destruir a todos em uma poça de sangue libanesa.

1 comentário em “Líbano está a beira do caos econômico”

  1. E o pior de tudo é que este mesmo grupelho terrorista, aqui na América Latina, é parceiro de tudo que há de pior no crime organizado, como as FARC na Colômbia, Sendero Luminoso e MRTA no Peru, FSLN na Nicarágua, os cartéis de drogas boliviano, cubano, venezuelano e paraguaio, além das facções criminosas daqui do Brasil, vide PCC. Se a espinha dorsal do Hezbollah não for totalmente quebrada, o Líbano afundará ainda mais numa crise sem precedentes, além do povo sofrer o horror da violência de uma guerra civil, que é tudo que eles não querem, haja vista aquela mesma que durou de 1975 a 1990, culminando com o assassinato do presidente eleito Bashir Gemayel em 1982…

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