Mimuna 2014

Curso Herança Judaica do Novo Testamento

Hoje se iniciará a celebração da última Feta de Pessach, conhecida em Israel como Pessach Sheni, ou Seja, a Segunda Pessach, é a celebração do Sétimo dia ordenado na Torah.

Logo após Pessach Sheni que se encerra ao por do Sol de amanhã (21.04.2014), se inicia uma festa pouco conhecida fora de Israel, a Mimuna.

Cafetorah apresenta aqui um resumo desta festa títica dos judeus orientais do norte da África:

A Festa da Mimuna

A Mimuna é uma celebração judaica oriunda do Marrocos e também dos países norte-africanos cuja essência é o retorno do uso da farinha de trigo após uma semana de abstinência.

As refeições são repletas de simbologia que estão no limite do misticismo religioso judaico e sob as influência da cultura muçulmana e norte africana.

A Minuma surgiu nos dias de Maimonas, reformista e re-modelador da fé judaica durante a era medieval.

Mimuna é uma festa judaica de origem marroquina que começa na noite do último dia do Pessach.

A Mimuna marca o fim da proibição de alimentar-se com o chametz, isto é, pão e outros produtos que contenham massa fermentada, que são proibidos durante todo a semana de Pessach.

Na mimuna o costume é comer doces e festejar até a madrugada, passando de casa a casa da vizinhança. A origem do nome da festa é disputado, mas provavelmente vem do nome Maimon, o pai de Maimónides, o grande filósofo judeu marroquino que morreu na data da Mimuna.

Mimuna Marroquina

Outra possibilidade sobre a origem do nome, seria da palavra árabe “mimun,” que significa “sorte”.

Em Israel tornou-se a mimuna uma festa popular, não somente de judeus marroquinos. Políticos israelenses saem nos parques e nas festas para se popularizar e demonstrar sua integração com os diversos antros da sociedade judaica moderna. A mimuna se tornou também um dos símbolos da prosperidade entre as diversas festas judaicas, onde o auge é a super-abundância da variedade e quantidade dos alimentos típicos da cultura judaica norte-africana.

A Mimuna em Modiin