Ódio sem limites – Palestinos falam publicamente aquilo que faziam questão de esconder

Enquanto o plano de PAZ e a solução para os refugiados palestinos está sendo investigada e negociada diariamente por Jared Kushner e Jason Greenblatt, nos territórios da Autoridade Palestina, o anti-semitismo e o ódio aos judeus está transbordando.

Nas últimas décadas somente terroristas declarados como Yasser Arafat, tinham coragem de dizer que queriam afogar os judeus na água do Mediterrâneo. A liderança da Fatah, o principalmente “partido” ou máfia palestina, tomava-se o cuidado de ser “politicamente correto” e não dizer publicamente aquilo que pensavam.

Para suavizar as ações das Forças de Defesa de Israel e receber a simpatia da Europa e Estados Unidos, os palestinos usavam a tática da mentira dizendo que queriam negociações de paz, mas nunca chegaram a nenhum acordo concreto com o Estado de Israel. Todas as vezes que um acordo estava bem próximo, incitavam uma nova onde de violência afim de espalharem o nevoeiro do ódio e cancelar mais um acordo, foi sim em Oslo, em Camp David, Taba, Genebra e Anápolis em 2003.

Trump revelou a verdade dos palestinos ao Mundo

A visita de Donald Trump no Oriente Médio incluiu uma visita em Israel e na Autoridade Palestina. Donald Trump chegou ao ponto de gritar com Abbas por causa de tantas mentiras divulgadas por ele, a incitação dos palestinos ao terrorismo, os desvios de verbas de organizações de direitos humanos e o estado de miséria perpetuado pela Autoridade Palestina ao seu povo.

Donald Trump entendeu que o maior problema dos palestinos é a Autoridade Palestina, e o menor dos problemas deles é o Estado de Israel. Se ainda há energia, água, serviços de emergência, alimentos e trabalho para os palestinos, é por causa do Estado de Israel. Os árabes que se chamam “palestinos” com todos os bilhões de dólares recebidos durante décadas não fizeram senão investir no terrorismo e nos membros do Fatah que vivem como reis no meio de um povo miserável.

Abbas rejeitado está babando de ódio e contagiando seu povo

Mahmoud Abbas(Abu Mazen) está cada vez mais distante daquela figura pragmática e moderada que o Mundo pensava que ele era. A primeira coisa que fez com a decisão de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como Capital de Israel foi fazer um discurso anti-semita e de ódio, tanto contra Israel, os judeus de uma forma geral, quanto contra o presidente americano.

Abbas chegou a dizer que iria cortar relações contra os americanos. Os meios de comunicação aqui costumam dizer que ele simplesmente queimou todas as pontes antes de levar a Autoridade Palestina a um suicídio. Por causa da atitude irracional de Abbas e seu retorno a incitação contra os judeus, seu ódio está contagiando seu povo e seus meios de comunicação. No passado muitos palestinos diziam que deveriam negociar em Israel, agora todos dizem que não há o que negociar.

Até o New York Times está abismado com Abbas

O New York Times que é um dos veículos de informação mais influentes do Mundo e em especial nos Estados Unidos, conhecido por suas idéias esquerdistas e “progressivas”, normalmente contra o presidente Donald Trump, também está abismado com Abbas.

O que deixou o New York Times contra Mahmoud Abbas não nem mesmo as críticas de Abbas a Donal Trump, mas sim as declarações absurdas dele de que os próprios judeus eram os culpados pelo holocausto que veio sobre eles. Abbas declarou que a casa de Trump deveria ser destruída em seu discurso. Mas o que chocou aos americanos é ele dizer que os judeus é quem planejaram o holocausto, e não os nazistas. Além disso, ele esqueceu que o líder muçulmano de Jerusalém, o Mofti, fez um acordo para continuar exterminando os judeus na Terra de Israel.

As origens nazistas da organização para libertação da palestina (OLP)

Ainda, segundo imprensa internacional, Jared Kushner e Jason Greenblatt já não estão buscando uma solução diplomática para a divisão de terras entre judeus e árabes, mas sim uma solução humanitária para o problema social e econômico palestino, estes sim são as raízes e o combustível do terrorismo.

Infelizmente, cuidar das questões sociais e de infra-estrutura básica dos árabes deveria ser a preocupação real da Autoridade Palestina, mas isto foi negligenciado por décadas, e agora é o judeus americano, Jared Kushner, o Presidente Cristão Donald Trump e seu enviado especial, Jason Greenblatt, junto com o Estado de Israel, é que estão buscando uma solução para isso. Esta solução não poderá vir sozinha, mas somente com apoio e cooperação do Egito, Jordânia e Arábia Saudita.

Abbas, um palestino anti-semita e nazista declarado

Enquanto um povo aceito ficar com o mínimo de terras, e trabalhou intensamente para construir o que é a grande nação de Israel, o outro ficou ocupado com o ódio e mostrar ao mundo o quanto é coitadinho. Se os palestinos, a quem havia sido oferecido a maior parte das terras, tivessem se contentado e trabalhado para construir seu país, hoje ambos os países viveriam em paz, lado a lado, em grande prosperidade. O Povo de Israel foi quase exterminado, mas foi capaz de levantar a cabeça e se erguer das cinzas, tomando posse das promessas divinas.

Desde Sião,

Miguel Nicolaevsky, Israel.