ONU viola acordo com Israel e constrói em Jerusalém

Foto acima: No alto da montanha o complexo de Amon Hanatziv em Jerusalém, Miguel Nicolaevsky.

Normalmente estamos acostumados com as críticas severas da ONU, UNESCO e países árabes quando o Governo de Israel aprova projetos de construção de imóveis na região de Jerusalém, alegando que o mesmo viola leis internacionais e pode ser um obstáculo  para a paz na região. Desta vez foi a organização criminosa chamada ONU que está violando um acordo entre o Primeiro Ministro de Israel e Antonio Guterres, o secretário-geral da organização.

Apesar da declaração do primeiro-ministro Netanyahu que acordou com o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, que a construção atual e futura da ONU em Armon Hanatziv será realizada de acordo com os princípios das leis de planejamento e construção, é claro que recentemente a UNTSO emitiu um concurso para demolição e reconstrução de um dos edifícios construídos durante o período do mandato britânico no armon Hanatziv. Isto é uma clara violação da lei e sem uma autorização de construção do município de Jerusalém.

No âmbito do processo legal preliminar, a organização Regavim solicitou um pedido judicial para suspender o trabalho. O Estado admitiu que o trabalho de construção foi feito sem autorização e é ilegal. Uma declaração atualizada apresentada pelo Estado ao Supremo Tribunal em setembro afirmou que “o Estado não renuncia à sua responsabilidade legal e autoridade em relação ao complexo em Armon Hanatziv”. O Estado acrescentou que, devido à imunidade diplomática das Nações Unidas, o Ministério das Relações Exteriores está trabalhando para resolver o problema através dos canais diplomáticos, e que “a ação nessa faixa trará o resultado desejado da maneira mais rápida e eficiente”.

O Estado alegou ainda que não há base para a emissão de um pedido judicial para impedir o trabalho ilegal, já que o primeiro-ministro Netanyahu concluiu com o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, quando visitou Israel no final de agosto, que ambos os lados trabalhassem para resolver a questão da construção. Para garantir que a construção atual e futura seja realizada de acordo com os interesses e propósitos subjacentes às leis relevantes (leis de planejamento e construção), respeitando a imunidade da ONU. “Com base na declaração do Estado, o Supremo Tribunal decidiu não emitir uma ordem para interromper o trabalho, e deverá discutir pela primeira vez o núcleo da petição.

É uma vergonha constatarmos que por causa desta chamada “imunidade” a ONU se ache no direito de violar leis de países soberanos. A ONU não viola somente leis de países soberanos mas em minha opinião é responsável também por crimes internacionais quando se omite diante de chacinas islâmicas que ocorrem na África, Síria, Indonésia e Índia. Em minha opinião já chegou a hora dos países ocidentais como Estados Unidos, Inglaterra, França, Brasil e muitos outros, solicitarem o fim da “imunidade” diplomática da ONU. As dependências de tal organização não p podem continuar sendo um covil de ladrões, criminosos e lobistas, eles têm que saber que pagarão por seus crimes.

O mais interessante neste caso é que nenhum palestino, nenhuma nação árabe e nenhuma organização anti-Israel se manifestou criticando a ONU por violar as leis internacionais e de por em perigo qualquer futuro acordo de PAZ na região.

Fonte: Israel Hayom