Palestino acusado de traição fez atentado terrorista

Ontem, um árabe palestino acusado de traição, realizou um atentado terrorista por atropelamento na região da Judéia, não muito distante de Jerusalém. Durante o incidente, uma combatente das Forças de Defesa de Israel foi atropelada.

Ahmed Arikat, que realizou o ataque de revisão no posto de controle de Abu Dis, no qual feriu levemente um combatente da fronteira ontem, documentou-se antes do incidente, dizendo:

Nunca traí a nação, seus irmãos não espionaram.

Ele foi morto a tiros no incidente, diz no vídeo que o boato lhe causou muitos danos e afirma ter escrito sobre ele na rede, que é um espião que trabalha com os israelenses, fazendo com que ele seja envergonhado por sua família e o colocou em depressão.

O incidente demonstra que o que ocorre nos territórios árabes é muito triste, não importa se a pessoa realmente trabalha ou não para Israel, o que importa é o chamado “acerto de contas”, algo muito semelhante a fofoca que ocorria na época da inquisição, quando vizinhos acusavam qualquer um de judaísmo ou de bruxaria, para se livrar de seus vizinhos e fazer o chamado acerto de contas. O que é mais triste neste incidente, é que como resposta, em tentativa de “limpar” seu nome, Ahmed Arikat transformou-se em um terrorista, achando que seria mais fácil atacar os judeus do que lidar com a fofoca de seu próprio povo.

Milagrosamente, a jovem combatente da IDF não morreu, mas ele, foi imediatamente condenado pela prontidão dos outros combatentes da IDF. Foi baleado e não resistiu aos ferimentos. Acho que o vídeo deixado por é uma lição para sua própria sociedade, a árabe palestina.

É importante salientar que este tipo de acusação, de colaboração, é algo muito comum, e milhares de palestinos foram condenados a morte, sem mesmo passarem por um julgamento justo. Este é o sentido primitivo de julgamento árabe, regente nesta região desde a idade média, ou seja, mil anos atrás, até agora nada mudou, e pelo visto, com a mentalidade deles, não mudará por mais de mil anos.

Foto acima PixaBay: Abu Dis, a aldeia onde ocorreu o incidente