Palestinos reclamam, mas Europa cancela ajuda ao BDS

A sanção contra a organização palestina BDS, foi implementada devido à sua recusa em renunciar aos seus vínculos com o terrorismo.

Como parte da decisão, foi cancelado um subsídio de três anos no valor de 1.7 milhões euros, dinheiro do contribuinte europeu.

As novas sanções são uma verdadeira reviravolta no combate à ajuda da UE a organizações terroristas palestinas, cujo objetivo é documentar “violações de direitos humanos” dos residentes de Jerusalém Oriental pelas forças de segurança israelenses.

Na realidade, o BDS não passa de uma organização terrorista de colarinho branco com uma agenda anti-semita e anti-sionista.

Outras organizações palestinas, bem como a Autoridade Palestina, pressionaram fortemente a União Europeia, para evitar aplicar essas diretrizes às organizações palestinas. Uma carta enviada pelo representante da União Europeia em Ramallah às organizações palestinas há dois meses revelou que a UE sucumbiu à pressão palestina.

Em Israel, expressa-se uma grande satisfação com o desenvolvimento, observando que o anúncio da União Europeia de interromper o apoio à ao BDS é o resultado de um diálogo profissional entre o Ministério de Relações Estratégicas e Públicas de Israel e a UE, que visa chamar a atenção da UE para as preocupações de que os fundos sejam transferidos para “fins humanitários” de instituições com conexões com organizações terroristas. No fim das contas, estes recursos incentivavam o terrorismo e nada mais.

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