Palestinos

Não há e nem nunca houve na realidade um povo chamado palestino, nunca houve uma etnia com este nome ou algo semelhante. Historicamente falando, este nome somente toumou o conceito de um povo afim de identificar os árabes que vivem na Terra de Israel.
Até o Mandato britânico, mesmo os judeus que viviam na região recebiam uma carteira de identidade como Palestino, o que diferenciava este do árabe era somente a religião e a língua. A população palestina é composta de uma grande diversidade de origens sem se quer uma etnia em comum.  Na região da Faixa de Gaza a maioria é de origem egípcia, mas ainda podem se encontrar muitos de origem árabe(da península arabica), outros iraquianos, outros do Yemen, outros libaneses e até mesmo gente que imigrou de países como a Tunísia, Argélia, Libia e Sudão.
Na área chamada palestina na região de Judah e Samaria, a maior parte é de orígem da península arabica, porém ainda se encontra uma minoria egípcia e também muitos descendentes dos europeus, seja do período do Mandato Britânico, como de outras dominações na região, romanos, italianos, turcos, gregos e até mesmo dos cruzados.
Além de toda esta confusão de etnias, um documentário declarou que pesquisas genéticas comprovam que dentre os chamados árabes nesta região, cerca de 50% são descendentes de judeus que sobreviveram ao longo da história na região, mas que foram forçados a se converterem ao longo da história.
Os territórios palestinos são compostos de duas regiões adjacentes, da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, cujo status definitivo ainda tem de ser determinado. Os territórios, os quais foram inicialmente contido dentro da Mandato Britânico da Palestina, foram capturados e ocupada pela Jordânia e pela Egito no final dos anos 1940, e capturada e ocupada por Israel em 1967 Guerra dos Seis Dias. 
“Territórios palestinos” é um de uma série de designações para estas áreas. Em 1980, Israel alegou anexar Jerusalém Oriental a partir da Margem Ocidental, mas o Conselho de Segurança das Nações Unidas declarou Resolução 478 este nulo e necessário que ela seja resolvida imediatamente, enquanto afirmando que era uma violação do direito internacional. 
Após a assinatura dos Acordos de Oslo, em 1993, partes do territórios foram reguladas em diferentes graus pelos palestinos Autoridade. Israel não considera Jerusalém Oriental, nem o ex-israelense – Terra de ninguém, Jordânia (o antigo, anexado em 1980 eo segundo em 1967) a ser partes da Cisjordânia. Israel afirma que os dois caem sob 
A lei israelense completa e competência ao contrário dos 58% do conflito israelo –  definido na Cisjordânia, que é governado por Judéia de Israel “e Samaria Civil Administração “. Esta não foi reconhecida por nenhum outro país, desde anexações unilateral do território são proibidas pelo habitual e direito internacional convencional.