Turquia paga o preço do apoio ao terrorismo

Mais uma vez, um grupo da cúpula do exército na Turquia diz que tomou conta do país, com os soldados em pontos estratégicos em Istambul e jatos voando baixo na capital, Ancara.

O novo governo foi anunciado em um comunicado lido na TV, declarando que um “conselho de paz” agora correu o país e houve um toque de recolher e imposta a lei marcial.
Não está claro quem é o grupo ou o seu nível de apoio. Alguns oficiais do exército superiores são disse a ser detido.

O atual presidente que é um islamista, Recep Tayyip Erdogan disse que iria superar a crise que ele chamou de uma revolta por uma minoria.

Ele disse à CNN da Turquia por telefone celular que a ação foi uma “estrutura paralela” e que daria a resposta necessária. Ele tem usado este termo no passado para se referir a Fethullah Gulen, um clérigo muçulmano baseada nos Estados Unidos que ele acusa de fomentar a agitação.

Erdogan exortou as pessoas a tomar as ruas para se opor a revolta. Ele disse: “Exorto o povo turco a convocar em praças e aeroportos públicos Eu nunca acreditei em um poder maior do que o poder do povo.”

Erdogan disse que estava a caminho de Ancara e os envolvidos na ação iriam pagar um preço pesado. Seu escritório, disse que estava em um local seguro.

As informações anteriores na sexta-feira diziam que o presidente estava de férias no resort sudoeste de Marmaris.

Há relatos de que o principal general da Turquia, o General Hulusi Akar, está entre os que tomaram o poder.

Sr. Yildirim disse NTV por telefone: “Não foi um ato ilegal por um grupo dentro do militares que estava agindo fora do comando militar. Nosso povo deve saber que não vamos permitir que qualquer atividade possa prejudicar a democracia.”.

O tráfego foi interrompido a partir do cruzamento de ambas as pontes do Bósforo e Fatih Sultan Mehmet em Istambul.

Há relatos de tiroteios e pelo menos uma forte explosão na capital Ancara. Há outros informações de que os soldados estavam no interior de edifícios da emissora estatal turca em Ancara.

Autoridades de outros países declararam estar preocupados com a situação na Turquia, somente o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama se apressou em apoiar o ex-presidente Recep Tayyip Erdogan que na realidade já estava no poder desde 2002, e havia transformado o país em uma ditadura islâmica.

Recep Tayyip Erdogan, o envolvimento com o ISIS e a islamização da Turquia

Esta não é a primeira vez que as Forças Armadas da Turquia tomam o poder no país e sim a quarta vez desde 1960, todas as vezes o poder foi tomado quando os oficiais do alto escalão do país sentiram que a vida liberal do país estava sendo ameaçada.

Recep Tayyip Erdogan se mostrou um tanto islamista nos últimos anos, fazendo uso de sua maioria no parlamento turco para aprovar leis cada vez mais islamistas, acabando com a liberdade dos antros mais ocidentais da sociedade turca.

Recep Tayyip Erdogan tomou outros passo um tanto questionáveis, por exemplo, comprava combustível do ISIS a preço de banana alimentando a onda de terror islâmico que mais aterroriza o Mundo nos últimos anos, e que nos últimos meses andou se voltando contra a própria Turquia.

Tayyip Erdogan provocou uma crise absurda contra o Estado de Israel quando apoio o Hamas, a irmandade muçulmana e o Jihad contra a nação de Israel, no caso do Navy Marmara, exigindo milhões de indenização pelos mortos no incidente onde os soldados da IDF tiveram que marcar alguns terroristas que tentaram violar o cerco de Gaza.

Tayyip Erdogan estava tornando a vida do povo da Turquia um verdadeiro inferno, o país, por causa do anseio de se tornar parte da Comunidade Européia não estava abrindo suas fronteiras para os refugiados sírios, mas permitia que monstros do ISIS passassem livremente para a Europa. Erdogan ainda estava fazendo pressão para chegar a um acordo com a Alemanha de absorção de milhões de refugiados em troca da entrada para a EU. A país estava quebrado no turismo e sem acesso a combustíveis naturais, pois o ISIS está quebrando com o contra-ataque da coalisão internacional.

Erdogan ainda estava tentando concluir um acordo de re-atação das relações militares, diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel, acordo que por sinal não foi completamente concluído antes da tomada do poder pela cúpula militar.

Quando um presidente como Recep Tayyip Erdogan têm a coragem de convocar a população de sir nas ruas, sob o perigo de serem mortos afim de “defender a democracia” no lugar dele que fracassou, isto na realidade demonstra que ele é um covarde, um líder corajoso assumiria os seus erros e pediria aos militares para proteger a nação mesmo que isto viesse a significar sua prisão. A propósito, esta é uma característica muito comum dos islamistas que são capazes de enviar sua filhas e filhos para se explodirem, mas eles mesmo são incapazes de se quer irem assumirem suas responsabilidades pelos seus crimes.

Semelhante a tomada do poder pelos militares liberais do Egito, penso que a tomada de poder militar pelos liberais da Turquia fará mais bem ao país do que um governo aparentemente “democrático” conforme víamos aqui, pois maiorias islamistas tendem a abusar do poder e a tentar impor a islamização em todos os níveis da sociedade, nenhuma sociedade que já viveu debaixo de maioria liberal e capaz de suportar uma ditadura islamista por muito tempo, minha esperança é que este novo governo, assim como no Egito, permita que os cristãos e seculares possam viver mais tranquilamente, e que a sociedade turca, como um todo, possa gozar de prosperidade e liberdade econômica, social e religiosa, viva a Turquia, abaixo Erdogan!