Vingança pode custar muito caro

Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual uma jovem britânica teria acusado 12 jovens israelenses de estupro grupal. Após mais de duas semanas de investigações, os jovens israelenses foram liberados e a jovem britânica, de 19 anos, foi presa e acusada de falso testemunho. Em Israel o caso deixou a população perplexa, israelenses não são inocentes, mas estão longe de serem monstros também.

Após mais de 2 meses de interrogatórios, investigação e prisão domiciliar, o julgamento da jovem britânica começou ontem. Ela é acusada de prestar falso testemunho contra 12 israelenses, que supostamente a estupraram. A jovem de 19 anos disse aos investigadores em uma delegacia na ilha de Chipre que ela havia sido estuprada, mas depois admitiu ter feito sexo com alguns israelenses por sua própria vontade. Somente depois de perceber que alguns deles haviam fotografado, ela decidiu dar um falso testemunho contra eles.

Os 12 jovens israelenses que foram acusados de estupro coletivo em Chipre, foram libertados. A reviravolta ocorreu após uma alteração na versão do queixosa, que agora está sendo investigada pela Polícia de Chipre sob aviso e pode muito bem ser presa por uma denúncia falsa. O jornal Cyprus Times publicou em suas principais notícias que a jovem, durante a investigação em uma das noites, desmoronou e admitiu que seu testemunho anterior era falso e que as relações sexuais foram feitas com o seu consentimento.

A investigadora perguntou à jovem por que ela reclamou em primeiro lugar e ela respondeu que estava com raiva porque percebeu que os meninos a estavam fotografando sem o seu conhecimento. Ela foi presa imediatamente e depois ficou em prisão domiciliar. Há dois meses, o tribunal libertou a mulher de 19 anos da prisão domiciliar com uma fiança de €5.000 e a fez prometer pagar outros €15.000 caso ela violasse os termos de sua libertação. Ela também foi obrigada a entregar o passaporte às autoridades. Além disso, ela também foi obrigada a comparecer três vezes por semana na delegacia de Nicósia, na ilha de Chipre.

Segundo testemunhas, a jovem trabalhava no hotel em que o caso aconteceu, e costumava fazer programas sexuais para jovens no hotel, o caso saiu de seu controle e a vingança está lhe custando muito mais caro do que ela podia imaginar.