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Ressurreição palestina ou apenas o último suspiro terrorista?

O discurso gravado enviado pelo presidente da Autoridade Palestina, Abu Mazen, à Assembleia Geral anual da ONU enfatizou acima de tudo que, se há um movimento que pode ser atribuído ao governo Bennett Lapid, é o retorno do conflito israelense-palestino ao centro da agenda da comunidade internacional.

A questão ressurgiu depois de quase uma década em que a questão palestina não foi apenas empurrada para as margens, mas se tornou principalmente um fardo, uma espécie de pedra de moinho que fica no pescoço da comunidade internacional e até mesmo de alguns dos estados árabes moderados. Eles foram forçados a agir no escuro contra Israel por seus interesses nacionais devido ao conhecimento de que qualquer sinal de normalização com a “ocupação sionista” provocaria não apenas críticas árabes-palestinas, mas poderia até mesmo levar a uma onda de manifestações internas e públicas. Os protestos que podem ameaçar o regime.

Fonte: IsraelHayom

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