Madhat Saleh, um prisioneiro libertado por Israel que estava residindo na Síria, segundo a imprensa árabe, foi morto por Israel enquanto estava no posto avançado de Ein a-Tina, no lado sírio do Golã.
Isso foi relatado pelo canal libanês al-Miyadin. Saleh foi retratado em entrevistas com a mídia árabe como responsável pelo caso das “Colinas de Golan” para o governo sírio e costumava falar veementemente contra a política israelense nas Colinas de Golan. Israel se recusa a comentar o relato de seu assassinato.
Madhat al-Saleh era um agente do regime de Assad – chefe do departamento das Colinas de Golan no governo sírio e oficial de inteligência do exército sírio. De acordo com os relatórios, hoje cedo as IDF atacaram a vila de Ain al-Tinah, perto de Majdal Shams e Quneitra.
O Kan News informou que, no passado, al-Saleh foi preso sob a acusação de se juntar ao esquadrão “Movimento de Resistência Síria no Golan”, interrompendo a operação das forças de segurança e das FDI e enterrando minas em estradas militares. Além disso, ele foi preso após uma tentativa de sequestro de um soldado israelense.
Al-Saleh foi preso por 12 anos e foi libertado em 1997. Um ano depois, ele cruzou a fronteira com a Síria. Em 2000, foi nomeado representante das Colinas de Golã no parlamento sírio e foi nomeado diretor do Gabinete de Assuntos de Golã no governo. Hoje, sua luta contra o Povo de Israel findou, seja apagada a sua memória.
