Reino Unido: Médica que afirmou que judeus são “piores que nazistas” é suspensa do trabalho
No dia 8 de outubro de 2025, o jornal The Guardian informou que a médica do NHS Rahmeh Aladwan, de origem palestina — especializada em cirurgia ortopédica e de trauma — foi encaminhada a um segundo tribunal médico após publicações nas redes sociais sobre os ataques de 7 de outubro de 2023, realizados pelo Hamas, contra Israel.
No primeiro tribunal, realizado em setembro de 2025, a decisão foi de não impor restrições provisórias à sua prática médica, sob o entendimento de que não havia prova de risco concreto aos pacientes.
Entretanto, diante de novas postagens e pressão pública, o órgão regulador britânico de médicos General Medical Council (GMC) optou por reencaminhar o caso à Medical Practitioners Tribunal Service (MPTS) para nova avaliação.
A Dra. Rahma Al-Adwan (31), médica do Serviço Nacional de Saúde (NHS) britânico, foi suspensa enquanto uma investigação está em andamento contra ela por uma série de comentários antissemitas e apoio ao terrorismo que ela publicou online. A médica – cirurgiã, especialista em ortopedia e traumatologia – é suspeita de publicar conteúdo odioso contra Israel, incluindo contra judeus britânicos, nas redes sociais, e foi suspensa por 15 meses.
Segundo as alegações, a médica – cirurgiã, especialista em ortopedia e traumatologia – publicou conteúdo de ódio contra Israel nas redes sociais, incluindo contra judeus britânicos, e foi suspensa de seu trabalho por 15 meses. Al-Adwan foi convocada para uma audiência perante um tribunal médico após surgirem preocupações sobre sua aptidão para exercer a medicina devido ao conteúdo que publicou online.
Ela teria publicado uma série de tweets na rede social X, onde escreveu sobre “supremacia judaica”, chamou os israelenses de “piores que nazistas” e expressou apoio ao Hamas e ao massacre de 7 de outubro.
Reações institucionais e públicas
- O secretário de Saúde britânico, Wes Streeting, declarou que “comentários repugnantes” não têm lugar no NHS, e prometeu revisar o sistema regulador de modo a garantir que “racistas” sejam removidos dos quadros médicos. LBC+1
- Organizações de combate ao antissemitismo, como Campaign Against Antisemitism, criticaram fortemente a decisão inicial de não suspender a médica e manifestaram que é “inconcebível” que judeus se sintam seguros para ser tratados por ela.