O governo dos Estados Unidos anuncia que a passagem pela Estrada de Hormuz será fechada para navios iranianos, afirmando que a memorandum de entendimento assinada entre os dois países está morta. Isso ocorre após o presidente Donald Trump ter declarado que a estrada seria fechada a navios iranianos, caso a Irã não cumprisse a exigência de permitir a passagem livre e irrestrita pela estrada. A medida foi dada como ultimato ao Irã, que precisaria declarar publicamente sua intenção de permitir a passagem livre e implementar essa medida imediatamente. Caso contrário, a estrada seria fechada completamente para navios e tanques de petróleo que viajassem para e da Irã.
A resposta do Irã veio através do ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, que afirmou que a Guarda Revolucionária Islâmica não abandonaria o controle da Estrada de Hormuz. Como resultado, Araghchi foi removido de seu cargo e os comandantes da Guarda Revolucionária passaram a dirigir as ações do país. Isso também foi comunicado às nações do Golfo, que estão furiosas com os ataques iranianos em seu território.
Além disso, os Estados Unidos planejam intensificar as sanções econômicas sob a direção do Departamento do Tesouro e do secretário Scott Bessent. As medidas visam atingir indivíduos e empresas envolvidas no comércio de petróleo e na área financeira. Segundo um funcionário dos Estados Unidos, a campanha econômica focará em comandantes da Guarda Revolucionária que têm contas privadas com valores expressivos, alguns dos quais têm milhões de dólares guardados. Um fonte familiar com os detalhes afirmou que esses valores refletem “a corrupção institucionalizada de oficiais da Guarda Revolucionária, que se enriquecem à custa do povo iraniano, e o uso de receitas do petróleo para financiar a rede de terrorismo internacional do Irã”.
As nações do Golfo estão cada vez mais insatisfeitas com a presença iraniana na região e estão começando a reverter sua posição política. Após um período em que a Washington buscava uma abordagem diplomática, as nações do Golfo estão retornando à sua postura fundamental: buscar a remoção da ameaça iraniana por meio da força. Oficiais diplomáticos das nações do Golfo disseram que uma mensagem unificada foi enviada à Washington nesse sentido, incluindo o apoio total à retomada das operações militares.
As nações do Golfo estão agora participando das operações militares contra o Irã, embora seu envolvimento não seja extenso. Isso ocorre após ataques iranianos a seus territórios, incluindo ataques a instalações de gás natural no Qatar. O Qatar, que havia anteriormente bloqueado uma posição unificada das nações do Golfo contra o Irã, retirou sua oposição após os ataques em seu território. Além disso, o Qatar parou de trabalhar para liberar fundos iranianos congelados. Israel está atualmente fora da campanha operacional, mas está envolvido por trás das cenas em questões logísticas.
📖 Perspectiva Bíblica
“Eu não darei mais a minha face a esse povo, porque eles se voltam para a sua própria corrupção. Eu também não os superei mais, porque cada homem se volta à sua maldade e eu o sofro.” (Ezequiel 20:21)
Fonte original: Exclusive: Qatar gives green light as Gulf states join strikes on Iran — Israel Hayom
