Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia e suposto amigo de Donald Trump, continua a abrigar e fornecer refúgio a líderes do Hamas, que planejam e executam atentados contra Israel desde Istambul e Ancara. Apenas ontem, foi revelado que mais dezenas de ataques terroristas, que poderiam ter resultado em desastres e vítimas em grande número, foram recentemente frustrados por Israel. É inquestionável que Erdogan está desafiando não apenas Israel, mas também Trump, o que é pouco surpreendente. Trump, afinal, não hesita em expressar admiração e afeto por Erdogan, assim como faz com outros inimigos declarados do Estado de Israel.
É curioso notar que Trump também expressou admiração por Mojtaba Khamenei, o líder supremo do Irã, após ele ter sido atingido e ter sido chamado de “homem corajoso”; pelo Emir do Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani, que, segundo Trump, é um “homem fantástico e corajoso”, apesar de ter fornecido apoio financeiro, político e ideológico ao Hamas por anos; e também pelo presidente sírio Ahmed al-Sharaa, o líder jihadista conhecido como al-Jolani, que continua a massacrar seus próprios cidadãos, mas que Trump vê como um “líder verdadeiro e lutador… um homem duro com um passado muito forte… um líder verdadeiro… incrível”. Trump, o que é difícil de acreditar, está atribuindo a ele a tarefa de lidar com o Hezbolá, em vez de Israel. A amizade entre Erdogan e Trump é um mistério.
Durante a guerra, Erdogan não hesitou em chamar abertamente pela destruição de Israel (em março de 2025), definindo-o como “um estado terrorista” e “uma ameaça para toda a humanidade”, comparando-o aos nazistas e desejando a sua aniquilação. O presidente turco também declarou que o fim de Israel estava próximo e que “os bombas atômicos que ele possui não o salvaram”. Em vez de negar as ligações entre seu regime e os planejadores de ataques do Hamas que operam em seu território, Erdogan não se dá ao trabalho de negá-las. E talvez isso não seja um grande mistério, considerando que ele manteve contato com os arquitetos do massacre de 7 de outubro antes e depois dele; um homem que expressou respeito pelo falecido líder religioso sunita, Sheikh Yusuf al-Qaradawi, que emitiu uma fatwa permitindo ataques suicidas contra israelenses; e um homem que manteve vínculos próximos com Qazi Hussain Ahmad, líder do Movimento dos Irmãos Muçulmanos no Paquistão, que rejeitou a própria legitimidade do Estado de Israel.
Erdogan também se encontrou com dois dos principais subversivos entre a população árabe de Israel contra a existência do Estado judeu, o sheikh Raed Salah e Kamal Khatib, líderes do Movimento Islâmico do Norte em Israel. Desde o 7 de outubro, Erdogan nos trata como inimigos, e a pergunta óbvia é: por que não tratamos ele como tal? Por que alguém que abrigou, e ainda abriga, líderes do Hamas não é considerado um inimigo?
📖 Perspectiva Bíblica
“Não sejam amigáveis com os malfeitores, nem com os que odeiam ao Senhor, nem com os que se obstinam em perseguir ao Espírito Santo” (Sofonias 1:18).
Fonte original: Time to expose Erdogan's true face — Israel Hayom
