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Hezbollah enfrenta crise financeira mais grave em sua história

O Grupo Terrorista do Líbano, o Hezbollah enfrenta crise financeira mais grave nas últimas décadas

O Hezbollah, grupo terrorista libanês apoiado pelo Irã, está enfrentando sua pior crise financeira em anos, conforme relatado por The New York Times. De acordo com documentos obtidos pela publicação e entrevistas com funcionários libaneses, americanos e israelenses, a crise financeira do grupo é resultado de uma campanha agressiva lançada pela Israel, a administração de Trump e o governo libanês para enfraquecer o Hezbollah financeiramente.

A crise começou quando a Israel lançou sua última guerra contra o Hezbollah em março, com o primeiro alvo dos bombardeios sendo bancos, e não depósitos de armas ou centros de comando subterrâneos. Aviões israelenses destruíram mais de uma dúzia de agências de uma instituição financeira conhecida como al-Qard al-Hassan, que há anos é acusada de funcionar como o banco do Hezbollah no Líbano. Outros bombardeios visaram cambistas usados pelo Irã para transferir fundos para o Hezbollah, bem como postos de gasolina que geravam receita para a organização terrorista.

Com essas ações, a Israel enviou um claro recado: a infraestrutura financeira do Hezbollah, e não apenas as armas, estava no alvo. O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, disse que a organização estava enfrentando sérias dificuldades financeiras, e que os ataques israelenses haviam afetado sua capacidade de gerenciar seu vasto redes de operações.

De acordo com a publicação, a crise financeira do Hezbollah é resultado de uma série de medidas tomadas pela administração de Trump e pelo governo libanês para enfraquecer a organização. Em meses anteriores à guerra, o governo libanês, sob pressão da administração de Trump, trabalhou para bloquear rotas usadas pelo Hezbollah para receber e transferir dinheiro, incluindo o aeroporto internacional de Beirute. A administração americana também pressionou o banco central libanês a fortalecer a supervisão da economia do país, que o Hezbollah havia explorado por anos.

A documentação obtida por The New York Times e entrevistas com funcionários libaneses, americanos e israelenses, bem como pessoas próximas ao Hezbollah, revelam que a organização está agora sob pressão financeira mais severa em anos. A extensão completa do dano às operações do Hezbollah permanece incerta, mas é claro que a organização está lutando para financiar sua rede extensa de bem-estar social, que por anos foi uma pedra fundamental de apoio entre a população xiita do Líbano.

Além disso, o Hezbollah está priorizando o gasto militar em resposta a sucessivas campanhas israelenses que severamente danificaram suas capacidades. O chefe de relações públicas do Hezbollah, Youssef al-Zein, disse à The New York Times em maio que a organização havia parado de fazer pagamentos de compensação prometidos a apoiadores, pois lutava para atender às necessidades de centenas de milhares de pessoas deslocadas pela guerra.

É evidente que a crise financeira do Hezbollah é um desafio significativo para a organização, e que a capacidade de o Irã continuar a fornecer financiamento pode não ser suficiente para cobrir as despesas substanciais da guerra. A crise financeira do Hezbollah é um resultado direto da política de pressão exercida pela Israel e pela administração de Trump para enfraquecer a organização.


📖 Perspectiva Bíblica

“Não é com ouro ou prata que o Senhor fundou o mundo, mas com sabedoria que ele criou a terra firme; com juízo e justiça ele a estabeleceu.” (Salmos 111:10)

Fonte original: Hezbollah faces worst financial crisis in years — Israel Hayom

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