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Prefeitos contra lei eximindo jovens ultra-ortodoxos do serviço militar

Mais de 70 prefeitos e líderes de conselhos do país israelense apresentaram uma petição contra a lei que exime os jovens haredis do serviço militar obrigatório. A medida, que vem sendo discutida há anos, tem sido objeto de intensas críticas por parte de setores da sociedade israelense, que argumentam que ela beneficia apenas uma minoria, em detrimento dos direitos e deveres de outros cidadãos.

A petição, que reúne a assinatura de prefeitos e líderes de conselhos de todo o país, destaca a importância da defesa do Estado de Israel e da preservação da terra natal. Ela argumenta que o serviço militar é uma obrigação que deve ser compartilhada por todos os cidadãos, independentemente de sua religião ou convicção. A ideia é que todos os jovens devem contribuir para a defesa do país e para a construção de uma sociedade justa e igualitária.

Os signatários da petição também enfatizam a importância da integração dos jovens haredis na sociedade israelense. Eles argumentam que a exlusão desses jovens do serviço militar pode reforçar a segregação e a exclusão de uma minoria, em vez de promover a integração e a inclusão. Além disso, a petição destaca a importância de respeitar a lei e a ordem do Estado de Israel, que exige que todos os cidadãos prestem serviço militar.

A controvérsia sobre a lei que exime os jovens haredis do serviço militar obrigatório é apenas uma das muitas questões que desafiam a sociedade israelense. A questão é complexa e envolve questões religiosas, sociais e políticas. No entanto, a petição apresentada pelos prefeitos e líderes de conselhos destaca a importância de encontrar uma solução que respeite a diversidade e a igualdade de todos os cidadãos.

É importante notar que a lei que exime os jovens haredis do serviço militar obrigatório foi aprovada em 2018, após anos de discussão e negociação. A lei estabelece que os jovens haredis podem optar por estudar na Yeshiva, uma escola religiosa, em vez de prestar serviço militar. No entanto, a lei também estabelece que os jovens haredis que optam por estudar na Yeshiva devem cumprir um período de serviço militar posterior, conhecido como “Hesder”.

A petição apresentada pelos prefeitos e líderes de conselhos é apenas um dos muitos esforços para reverter a lei e garantir que todos os cidadãos israelenses contribuam para a defesa do país e para a construção de uma sociedade justa e igualitária. A questão é complexa e requer uma solução que respeite a diversidade e a igualdade de todos os cidadãos.


📖 Perspectiva Bíblica

“Não há servo que sirva a dois senhores; pois o servo terá por senhor a quem ele serve mais que a outros. Portanto, não podeis ser servos de Deus e servos de Mámon.” (Lucas 16:13)

Fonte original: Over 70 mayors, council leaders file petition against haredi draft exemption law — Jerusalem Post

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