Uma investigação recente, realizada pelo grupo de direitos humanos UN Watch, revelou que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) identificou operativos de Hamas e da Jihad Islâmica Palestina como jornalistas mortos em Gaza, apesar de essas organizações terroristas terem posteriormente admitido que os indivíduos eram membros de suas alas militantes. O relatório, intitulado “A Misclassificação de Operativos Terroristas como Jornalistas pela UNESCO em Gaza”, documenta sete casos em que a agência pública condenou a morte de pessoas descritas como jornalistas, incluindo Mohammed Jarghoun e Mohammed Nasser Abu Hweidi.
A UN Watch, liderada pelo diretor executivo Hillel Neuer, enviou uma carta à Diretora-Geral da UNESCO, Khaled el-Anany, exigindo que a agência corrija seus registros públicos, abra uma investigação independente e puna aqueles responsáveis por essa falha grave no processo de verificação. “A UNESCO se tornou um canal de desinformação de Hamas”, afirmou Neuer. “Quando uma agência das Nações Unidas publicamente homenageia operativos terroristas como jornalistas e não corrige o registro, mesmo após Hamas admitir que eles eram combatentes, isso prejudica a credibilidade da ONU e prejudica a integridade dos jornalistas reais que arriscam suas vidas para reportar de zonas de conflito”.
A investigação da UN Watch revela que a UNESCO não cumpriu com suas próprias diretrizes de verificação, que exigem que relatórios sobre a morte de jornalistas sejam verificados por fontes múltiplas e atualizados quando surgirem novas evidências. A organização argumenta que a falha da UNESCO em corrigir ou retirar essas declarações inacessíveis constitui uma violação tanto de seus padrões oficiais de verificação quanto dos princípios de integridade, independência e neutralidade que regem os funcionários internacionais.
A UN Watch está exigindo que a UNESCO retire todas as declarações que falsamente identificam operativos terroristas como jornalistas, condenando publicamente Hamas e a Jihad Islâmica Palestina por integrar operativos militares em papéis de mídia e autorizando uma comissão de inquérito independente para examinar os procedimentos de verificação da UNESCO. Além disso, a organização está pedindo que a UNESCO identifique os funcionários responsáveis pelas declarações inacessíveis e imponha sanções disciplinares, incluindo demissão, conforme necessário. A UN Watch também está exigindo que a agência publique a evidência e a metodologia utilizadas para determinar a morte de cada jornalista em Gaza desde outubro de 2023 e que adote novas garantias para garantir que declarações futuras distingam entre jornalistas civis e membros de organizações terroristas.
“A liberdade de imprensa depende da verdade”, concluiu Neuer. “A missão da UNESCO é proteger a jornalismo, não brancar as identidades de operativos terroristas. A organização agora tem a obrigação de corrigir os registros, investigar como essas falhas ocorreram e restaurar a confiança em seu trabalho”.
📖 Perspectiva Bíblica
“Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal.” (Jeremias 29:11)
Fonte original: UNESCO mourned 'Gazan journalists' exposed as Hamas, Islamic Jihad terrorists — Israel Hayom
