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Israel: Moscow reportedly eyeing direct attack on Britain

O primeiro‑ministro britânico, Andy Burnham, recebeu avisos diretos de que o Reino Unido pode sofrer uma retaliação russa severa em razão do apoio militar incondicional que Londres tem mantido à Ucrânia. Segundo informações divulgadas pelo Daily Mail, oficiais de inteligência instruíram o chefe de governo a manter as forças em estado de prontidão para uma “resposta direta” vinda de Vladimir Putin. A mensagem teria surgido depois que o Kremlin percebeu que a nova administração britânica não seria mais branda, como inicialmente esperava, mas sim ainda mais firme ao aprofundar a cooperação bélica com Kiev, inclusive trocando tecnologias de inteligência artificial de campo de batalha e projetos de mísseis com os aliados de Moscou.

A mudança de postura de Burnburn, que rapidamente intensificou o apoio a Kiev, gerou frustração nos círculos de poder russos, que agora veem a Grã‑Bretanha como um alvo prioritário. Dentro do Kremlin, crescem as pressões para que a Rússia contraponha a crescente participação britânica no conflito europeu. Em paralelo, o diretor da CIA, John Ratcliffe, realizou uma missão diplomática de emergência em Moscou, onde alertou as autoridades russas contra qualquer escalada nuclear ou ataques a parceiros ocidentais de Kiev. A advertência americana, segundo o mesmo veículo, partiu de avaliações de inteligência que indicam que as forças russas estão prontas para um aumento dramático de hostilidades, caso o impulso no campo de batalha volte a estagnar.

As agências de segurança britânicas mantiveram o alerta máximo na noite de terça‑feira, temendo possíveis ataques do Kremlin a alvos estratégicos, incluindo o próprio Burnham. Um alto funcionário, que preferiu permanecer anônimo, comentou ao Daily Mail: “Até quando vamos cutucar o urso antes que ele morda?” e acrescentou que “um ataque à infraestrutura de defesa e segurança do Reino Unido é inevitável, dada a nossa postura de apoio ao Ucrânia”. O mesmo informante sugeriu que a Rússia poderia optar por um ataque de drones ou até mesmo por incêndios provocados por células adormecidas já existentes no país, ressaltando que Moscou tem testado diariamente a segurança britânica e que algo maior pode acontecer, contanto que permaneça discreto o suficiente para evitar uma resposta militar da OTAN.

A retirada abrupta do embaixador russo de Londres foi apontada como um sinal claro de que “algo grande está por vir”. Enquanto isso, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, encontrou‑se com Burnham para assinar documentos de cooperação, reforçando a aliança entre Kiev e Londres. O conjunto desses eventos eleva o risco de uma escalada que poderia ultrapassar o teatro ucraniano, arrastando a Grã‑Bretanha – e possivelmente outros aliados ocidentais – para um confronto mais direto com Moscou. Analistas alertam que, se a Rússia optar por um ataque limitado, como um drone ou ação de sabotagem, isso pode servir de aviso simbólico, mas também abrir caminho para medidas de retaliação ainda mais contundentes, colocando em xeque a estabilidade da segurança europeia e exigindo respostas coordenadas de Londres, Washington e da OTAN.


📖 Perspectiva Bíblica

“Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal.” (Jeremias 29:11)

Fonte original: Moscow reportedly eyeing direct attack on Britain — Israel Hayom

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