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Israel: Israel must turn Colombia's recognition of the

Colômbia reconhece soberania israelense sobre os Altos do Golan: um passo importante, mas um desafio maior está em frente

A decisão de Colômbia de reconhecer a soberania israelense sobre os Altos do Golan é um importante feito diplomático, merecedor de aplausos. É o primeiro país a se juntar aos Estados Unidos, que reconheceram a soberania israelense sobre essa região há seis anos. O reconhecimento da Colômbia é um passo importante, pois reforça a ideia de que apenas a soberania israelense sobre os Altos do Golan pode garantir estabilidade, segurança e prosperidade na região, que outrora era marcada por ameaças. Isso não é apenas um reconhecimento simbólico, mas sim um objetivo estratégico de alto nível. Após a reunificação da Síria sob a presidência de Ahmed al-Sharaa, Israel deveria ter entendido que o reconhecimento internacional de sua soberania sobre os Altos do Golan não é apenas uma questão declarativa, mas sim um objetivo estratégico fundamental.

A visita do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu à Hungria, em abril de 2025, foi uma janela de oportunidade excepcional. Netanyahu se reuniu com o primeiro-ministro Viktor Orbán, um dos principais aliados de Israel na União Europeia. Israel deveria ter chegado a Budapeste com o reconhecimento da soberania israelense sobre os Altos do Golan no topo de sua agenda diplomática. Infelizmente, essa conquista não foi alcançada e é duvidoso se o assunto sequer foi discutido. A questão não é questionar quem foi responsável pelo fracasso, mas sim entender por que o assunto não foi priorizado e o que podemos aprender com essa falha para não perder mais oportunidades históricas no futuro.

Outra oportunidade perdida foi a visita do presidente argentino Javier Milei, um dos maiores aliados de Israel em todo o mundo. Em abril passado, Israel investiu esforços consideráveis e concedeu grande honra a Milei durante sua visita, quando ele se tornou o primeiro líder estrangeiro a acender uma tocha na cerimônia do Dia da Independência de Israel. Embora o simbolismo seja impressionante, um assunto estratégico também deveria ter sido levantado: um verdadeiro amigo do povo judeu deve reconhecer a realidade que se instalou nos Altos do Golan e entender que a soberania israelense lá é a única fórmula capaz de garantir segurança e estabilidade.

A maior oportunidade perdida veio com a ascensão do governo de al-Sharaa na Síria. Países ocidentais abriram suas portas para ele, conferiram legitimidade ao seu governo e aliviaram as sanções. Os Estados Unidos desmontaram o regime de sanções amplo imposto à Síria. Israel deveria ter apresentado a seus aliados uma equação clara: reconhecimento do novo governo sírio em troca de reconhecimento da soberania israelense sobre os Altos do Golan. Em outras palavras, se você está fortalecendo o novo governo em Damasco e abraçando o princípio da “integridade territorial da Síria”, não permita que os Altos do Golan sejam implicitamente incluídos nesse fórmula. O reconhecimento do novo governo deveria ter sido usado para consolidar a exclusão dos Altos do Golan da reivindicação territorial síria, em vez de permitir que prosseguisse sem qualquer retorno diplomático para Israel.

Incidentalmente, até mesmo al-Sharaa…


📖 Perspectiva Bíblica

“Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal.” (Jeremias 29:11)

Fonte original: Israel must turn Colombia's recognition of the Golan Heights into a diplomatic campaign — Israel Hayom

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