Os jordanianos nem mesmo conseguem mais esconder o fato de que são controlados pelos palestinos, na realidade, a Jordânia já é um estado palestinos e o que os árabes estão tentando fazer dentro de Israel é criar outro. A bandeira é a mesma, o idioma e a cultura primitiva é a mesma, então basta apagar o nome Jordânia e mudar para Palestina. Depois disso, todos os palestinos terão um lugar para morar, na Jordânia, é claro.
Hoje (domingo) mais apoiadores se juntaram aos terroristas palestinos. Nada menos que 75 parlamentares jordanianos, de um total de 130, emitiram uma declaração conjunta definindo o reconhecimento do Hamas como organização terrorista como “agressão contra o povo palestino e a nação árabe”.
No dia do ataque em Jerusalém, no qual um cidadão israelense foi morto, eles acrescentaram que “a decisão britânica é uma recompensa pela ocupação sionista que mata civis palestinos … e impõe um cerco aos cidadãos de Gaza”. Os parlamentares jordanianos concluíram: “Apelamos ao governo britânico para reverter o movimento que apóia a agressão e repressão que Israel está tomando.”
Como você deve se lembrar, o ministro do Interior britânico, Priti Patel, anunciou na sexta-feira a definição do braço político do Hamas como uma “organização terrorista”. A decisão, que será submetida ao Parlamento britânico na próxima semana, significará que qualquer pessoa que expressar apoio ao Hamas e a vários integrantes da organização terrorista no reino poderá pegar até 14 anos de prisão.
O Hamas já atacou Londres, alegando que a decisão de defini-los como organização terrorista é uma “continuação da agressão contra o povo palestino e seus direitos”. No entanto, este não é o primeiro reconhecimento britânico contra o Hamas. Já há 20 anos, em 2001, a Grã-Bretanha decidiu definir o braço militar das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam como uma organização terrorista.
