EUA, Reino Unido e Israel responderão a agressão iraniana

Agressão iraniana custará caro: O último ataque dos iranianos a um navio que pensavam ser israelense, foi um blefe péssimo por parte da República Islâmica do Irã, que agora está na mira dos EUA, Reino Unido e Israel, que prometeram responder a agressão. Além disso, pela primeira vez, o ato de terrorismo iraniano foi censurado por quase todo mundo, inclusive os países muçulmanos que normalmente apoiam ou se calam diante das ações da ditadura iraniana.

A Grã-Bretanha está formulando um plano de resposta para atacar o navio ao largo de Omã, relatou o British Daily Mirror. De acordo com o relatório, a Grã-Bretanha responderá por meio de suas forças especiais, presumivelmente contra esquadrões terroristas apoiados pelo Irã. Também foi relatado que a inteligência israelense localizou o local de onde o UAV foi lançado.

O Qatar condenou o ataque de propriedade israelense à Mercer Street no Golfo de Omã e pediu o cumprimento da lei internacional para garantir que tais ataques não ocorram novamente. O Ministério das Relações Exteriores do Catar não responsabilizou ninguém pelo ataque, mas esclareceu que “o Catar rejeita ações que comprometam a segurança do transporte marítimo internacional”. Nos últimos dois dias, Estados Unidos e Grã-Bretanha se aliaram a Israel, apontando o Irã como responsável pelo ataque.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse que o Irã deve arcar com as consequências do ataque a um navio de propriedade de israelenses no Golfo de Omã na semana passada. Johnson, que descreveu o dano ao navio como um “ataque escandaloso”, disse que “é completamente inaceitável. É um ataque chocante à navegação comercial”. Johnson também se referiu à morte do tripulante britânico no navio, dizendo que “o Irã, como qualquer outro país, é obrigado a respeitar a liberdade de navegação ao redor do mundo – e a Grã-Bretanha continuará a insistir nisso.”

O ministro do exterior da Romênia declarou: “Não há justificativa para um ataque deliberado a civis”, disse Oresco. Continuamos a coordenar com nossos parceiros uma resposta adequada. A Roménia pretende aceitar as explicações das autoridades iranianas sem demora e reserva-se o direito de agir em conformidade com os seus parceiros internacionais, a fim de obter uma resposta adequada. ”

Agressão iraniana confirmada e depois negada

No começo do incidente, os iranianos fizeram declarações se orgulhando de terem “respondido aos ataque israelenses” na Síria e no Líbano, mas o tiro saiu pela culatra, pois agora, mesmo tendo negado dias depois, ninguém mais acredita neles. As ações de Israel na Síria e no Líbano são consideradas um dever até mesmo no ponto de vista diplomático, pois são ataques preventivos a grupos terroristas. O ataque do Irã contra um navio de transportes, é um ataque deliberado a um bem civil, o que é totalmente ilegal e inaceitável. Além disso, o que o Irã não contava, é que o mesmo levaria a morte de dois cidadãos não israelenses, um romeno e outro britânico. Isto demonstra que a Agência de Inteligência do Irã é simplesmente péssima.

O secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, também se pronunciou no caso. Blinken disse estar certo de que o Irã está por trás do navio israelense Mercer Street, no Golfo de Omã. Blinken observou que a resposta ao ataque ao navio seria “conjunta”, como ele disse. “Quero condenar o ataque ao navio novamente. Conduzimos uma revisão profunda e estamos certos de que o Irã executou o ataque”, acrescentou.

O comandante do Estado-Maior General Aviv Kochavi conversou com o Comandante do Comando Central dos Estados Unidos, General Kenneth Mackenzie. Os dois discutiram, entre outros assuntos, o ataque ao navio israelense “Mercer Street” no Golfo de Omã e a cooperação entre os Estados Unidos e Israel.

Fonte: IsraelHayom, YnetNews e Reuters