Bem como no passado com a declaração de independência de Israel causou a expulsão de milhões de judeus de muitos países árabes, mais uma vez a intolerância muçulmana se mostra o pior inimigo do povo judeu depois do nazismo. Os rebeldes Houthis expulsaram os últimos dos judeus iemenitas, três famílias com 13 pessoas no total. Isso foi noticiado no jornal al-Sharq al-Awsat.
O jornal cita uma fonte dizendo que “as famílias agora procuram um lugar alternativo depois de serem deportadas em troca da libertação de um prisioneiro judeu que está na prisão”.
O artigo afirmava que as famílias se recusam a vir para Israel e aguardam que a Comissão das Nações Unidas para os Refugiados encontre outro país onde possam se estabelecer legalmente. Atualmente, apenas quatro adultos que pertencem à comunidade judaica permanecem no país.
A comunidade de judeus no Yemen perdurou por cerca de 2000 nos no país, desde expulsão do judeus de Jerusalém durante o massacre dos romanos na Grande Revolta Judaica que ocorreu entre o ano 66 e 73 da er cristã. Agora, os Houthism extremistas apoiados pelos iranianos estão causando o êxodo do último remanescente judaico no país. Justamente quem está lutando por liberdade, independência e diretos iguais, deveria defender esta minoria judaica. A expulsão dos judeus revela que esta rebelião dos Houthis não deve ser considerada legítima, mas sim mais um braço armado iraniano fechando uma forca em torno da Arábia Saudita.
Os iranianos não dão ponto sem nó, e é bem possível que eles que estejam por detrás da decisão anti-semita dos Houthis contra esta pequena e indefesa comunidade judaica no país.
Foto ilustração acima: Judeus do Yemen lendo o Salmos no Shabbat após a refeição
