Fakenews da Jordânia: Invasão de Judeus na Mesquita de Al-Aqsa

Mais uma vez o governo jordaniano está sendo o garoto propaganda do terrorismo palestino, espalhando mentiras. Os judeus não entram na Mesquita de Al-Aqsa. Desde 1967, após a conquista do local na Guerra dos Seis Dias, os judeus visitam o Monte do Templo, mas não entram na mesquita. O alerta da Jordânia não passa de uma Fakenews que serve somente para o interesse palestinos e continuar mantendo-os ocupados sem pensar que eles são maioria na Jordânia.

O reino da Jordânia é governado por uma minoria absoluta, fruto de uma aliança artificial entre tribos árabes, que controla a maioria “palestina” que deveria realmente ser quem governa o país. Mas o interesse é mútuo, tanto de Israel, quanto dos jordanianos, de preservar as feras palestinas longe do poder.

Jordânia: “A invasão dos judeus na mesquita de Al-Aqsa é provocativa e viola o status quo”

O Ministério das Relações Exteriores da Jordânia condenou os apelos de extremistas que, segundo ele, estão incitando o aumento do número de judeus que entram na mesquita de al-Aqsa. Isso é de acordo com um comunicado emitido pelo ministério. Na Jordânia, eles alertaram contra a aprovação “da conduta provocativa e explosões de judeus extremistas, que prejudicam a santidade da mesquita e por ser um local de culto apenas para muçulmanos”.

A declaração acrescentou que “a lei internacional e o status quo histórico e legal em Jerusalém e nos locais sagrados devem ser respeitados, e todas as medidas que dificultam o acesso dos fiéis a al-Aqsa – especialmente durante o mês do Ramadã” devem ser interrompidas.

A Jordânia só esqueceu de lembrar que o governo de Israel e os serviços de segurança somente limitaram a idade e a quantidade de vistos para os muçulmanos visitarem a mesquita durante o Ramadã por causa da onda de violência palestina, comprovada nos últimos ataques terroristas.