Fuga de terroristas palestinos envergonha sistema carcerário em Israel

A fulga dos seis terroristas palestinos prisioneiros em plena Festa de Rosh Hashanah revelou ao público israelense a fragilidade e despreparo do sistema carcerário de terroristas em Israel. O fato é que as prisões de alta segurança onde estão abrigados os terroristas, quase sempre, foram construídas como cochas de retalho durante as últimas décadas com a crescente atividade de prevenção por parte das Forças de Defesa de Israel.

Muitas das prisões que abrigam bandidos e terroristas foram uma “evolução” do que seria antes uma estão policial ou cadeia do tempo do mandato britânico e pude ver isso com meus próprios olhos quando servi na guarda da prisão de Megiddo no final dos anos 90. São centenas ou milhares de prisioneiros palestinos em celas precárias ou até mesmo em tendas que foram montadas em meio a grande patios. Em alguns casos as tentas foram trocadas por setores e celas, e foi de uma destas que ocorreu a fuga.

Os terroristas se aproveitaram de duas coisas, em primeiro lugar de uma reforma mal feita, provavelmente por um operário árabe que passou a informação adiante. E ao mesmo tempo se aproveitaram da informação de que uma das torres, justamente próxima a cela que foi precariamente reformada, para fugir. Depois de dias sem por as mãos se quer em um prisioneiro fugitivo, em Israel aumentam os clamores por uma investigação e punição aos responsáveis pelo incidente. Cresce o temor de que alguém de dentro estava ajudando na operação, pois a saída para a fulga estava bem debaixo de uma das torres, que “por acaso” estava sem nenhuma guarda naquele dia.

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