Governo iraniano ataca minoria curda e cresce preocupação com os judeus no país

Já estava demorando. Como o governo iraniano não está conseguindo controlar os protestos populares dos iranianos, está buscando chamar a atenção do público para o seu bode expiatório local, a minoria curda. Enquanto as acusações contra os americanos, os europeus e os israelenses já não estão surtindo efeitos, a tentativa desesperada agora, é culpar os curdos locais. Enquanto isso, a comunidade internacional continua calada, parece que o silêncio internacional é interpretado por eles como aplausos as atrocidades que praticam. Onde estão as organizações de direitos humanos que vivem condenando a polícia brasileira por matar bandidos de verdade?

A Guarda Revolucionária atacou separatistas curdos no norte do Iraque: “Eles ajudaram os protestos no Irã”

No contexto dos “protestos do hijab” no Irã, os Guardas Revolucionários atacaram com drones uma base de separatistas curdos-iranianos no norte do Iraque. Segundo uma agência de notícias local. Este é o segundo ataque na região em três dias, quando, no fim de semana passado, a Guarda Revolucionária também anunciou que havia atacado bases e campos de treinamento dos separatistas curdos, e alegaram que lhes causaram grandes danos.

Até agora, pelo menos 41 manifestantes e policiais foram mortos nos protestos de hijab em todo o Irã, e mais de 1.200 pessoas foram presas. A Guarda Revolucionária afirmou ter atacado os separatistas em resposta à ajuda que teriam prestado aos manifestantes, além de tentativas de contrabando de armas para o Irã. Aqui em Israel, a preocupação é com a segurança da pequena comunidade judaica que ainda vive no país e que tem sofrido constantes retaliações e ameaças por parte do governo ditatorial do Irã.

Um tempo atrás, um número de cidadãos iranianos foram condenados a morte por acusações falsas de que estava cooperando com o Estado de Israel e contra os interesses do governo ditatorial do Irã.

Fonte: IsraelHayom, YnetNews e Cafetorah.com – Fotografia: Pexels.com