Irã a caminho de armas de extermínio em massa

Um dos maiores problemas para a república islâmica do Irã em combater Israel pode estar a caminho de uma “solução”. A distância que separa os dois países é grande, portanto, a ditadura iraniana tem que se conter com ataque através de seus braços armados vizinhos. O Estado de Israel por sua vez tem se mostrado bastante eficaz, através da sua agência de inteligência, o Mossad e as Forças de Defesa de Israel, na neutralização do perigo diário. Não tem sido poucos os ataques preventivos israelenses segundo a imprensa internacional. O governo de Israel nem mesmo tem negado estas incursões.

O Irã está conduzindo negociações secretas avançadas com a China e a Rússia para comprar combustível de foguete.

O site “Politico” informou que o Irã está mantendo negociações secretas avançadas com a China e a Rússia para renovar o fornecimento de perclorato de amônio, um composto químico chave no desenvolvimento de combustível para mísseis balísticos, apesar das sanções impostas a Teerã.

Várias fontes diplomáticas disseram ao “Politico” que a quantidade exata do composto que o Irã pediu para comprar é desconhecida, mas estimaram que seria suficiente para desenvolver milhares de mísseis, incluindo mísseis “Zulfiqar” que atingem um alcance de 700 km. fontes acrescentaram que, se o acordo for concluído, alguns dos mísseis podem chegar à Rússia, que os usará na guerra contra a Ucrânia.

Autonomia em disparos de longo alcance e armas nucleares

A aquisição de combustíveis de longo alcance conforme divulgado pelo “Politico”, demonstram não somente a possibilidade de que os atuais mísseis do Irã cheguem em Israel, mas que os novos desenvolvimentos permitam o uso em mísseis contendo ogivas nucleares. Se este processo continuar, a pergunta que não se cala em Israel é, até quando? Até quando o país deverá adiar uma incursão direta contra as usinas e bases de desenvolvimento nucleares na ditadura iraniana.

Problemas internos em Israel podem por pais em risco imediato

A declaração de Benjamin Netanyahu esta semana sobre o comportamento da esquerda influenciando a opinião pública a desrespeitar o resultado das eleições e não aceitar a reforma judicial, demonstra quão profundo é o índice de rejeição dele. Este é exatamente o tipo de conflito interno que trás instabilidade a um país e pode gerar uma insegurança no Primeiro Ministro na hora de tomar uma decisão tão importante quanto uma operação contra o Irã.

Se o Estado de Israel adiar muito sua decisão de eliminar as bases de desenvolvimento de mísseis e armas nucleares do Irã, a próxima oportunidade pode ser tarde demais. Israel não tem o privilégio de contar com a ação internacional contra o Irã. Os Estados Unidos, Europa e ONU já se mostraram totalmente incapazes de lidar países que insistem em produzir armamentos de destruição em massa. Infelizmente podemos ver o exemplo da China, Índia, Paquistão, Coréia do Norte, todos alcançaram sem problemas, armas de destruição em massa. O Irã está se sentindo extremamente confortável em seguir o mesmo caminho. Mas ao contrário de outras nações, somente o Irã ameaça diariamente a destruição de um país, o Estado de Israel, e ninguém é capaz de se opor publicamente a estas ameaças diariamente.

Fonte: Politico, YnetNews, IsraelHayom e Israel-Agency.com