Islamistas estão levando o Irã e o Líbano ao abismo, a solução passa pela PAZ com ISRAEL

A crise e a miséria no Líbano

A crise econômica por causa dos islamistas no Líbano levaram o país ao caos, miséria e violência. Somente uma guerra civil contra os islamistas poderá mudar a situação. Hezbollah que se diz grupo de “resistência palestina”, trouxe o terrorismo para o estado, e com ele as sanções dos bancos internacionais. O resultado é a falência de um país que já foi chamado a Riviera do Oriente Médio, e agora não passa de uma grande lata de lixo e pobreza.

Manifestantes libaneses bloquearam estradas na noite passada (sábado à noite) com pneus em chamas e latas de lixo que pegaram fogo, informou a mídia na terra dos cedros. Esta é a continuação do protesto contra as falhas de energia das usinas, que sofrem com a grave escassez de combustível. Em um bloqueio na rodovia Nabateu, houve relatos de tiros durante uma manifestação e jovens armados.

Os cortes de energia se intensificaram recentemente, pois o governo teve um déficit orçamentário. Desde a guerra civil na Síria, sauditas e residentes dos estados do Golfo retiraram dinheiro de bancos libaneses e se mudaram da terra dos cedros, o que prejudicou significativamente a indústria do turismo e a economia. A explosão no porto de Beirute no ano passado também fez com que muitos libaneses retirassem dinheiro de bancos, que foram forçados a usar reservas. E quando os políticos se preocupam em despejar dinheiro principalmente nos associados, os cofres públicos se esgotaram e não é mais possível importar combustível suficiente para manter as usinas do governo.

Nesses dias quentes, a empresa estatal de eletricidade do Líbano fornece, no máximo, quatro horas de eletricidade por dia. Em outras ocasiões, as empresas privadas que operam geradores funcionam como o principal fornecedor de eletricidade. Conforme mencionado, o fornecimento de combustível foi cortado e longas filas estão se arrastando do lado de fora dos postos de gasolina. Um dos libaneses que esperava em longas filas com seu veículo morreu quando um caminhão colidiu com ele.

A crise e a miséria no Irã

Um jovem foi baleado e morto durante a segunda noite de protestos contra a crise hídrica no sudoeste do Irã, reportou neste sábado um oficial local, ao culpar os próprios manifestantes pelo óbito, segundo informações da agência IRNA. Esta não é a primeira vez que o governo islamista do Irã abre fogo contra manifestante que tudo que querem é o básico para sobreviver, água.

Em algumas cidades, os manifestantes expressaram indignação contra o Supremo Líder do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, ao entoar palavras de ordem como “Morte ao Ditador”. Estas aclamações para matarem o ditador não ocorrem somente nesta crise, a pouco tempo atrás os protestos eram pela falta de empregos, pela inflação e por alimentos. Nas últimas semanas, milhares de trabalhadores iranianos do setor energético também apoiaram e conduziram protestos no país. Eles estão em busca de melhores salários e condições profissionais, sobretudo nos campos de gás natural no sul do país e algumas refinarias nas grandes cidades, pois o dinheiro é desviado para os bilionários governantes ou para financiar o terrorismo mundial. A República Islâmica do Irã tira dinheiro que deveria ser investido em infra estrutura, estações de dessalinização e alimentos, para financiar o Hezbollah e o Hamas.

A economia do Irã foi duramente afetada pela política de sanções dos Estados Unidos e pela pandemia de covid-19, ao invés deles economizarem investindo somente no próprio país, boa parte do seu orçamento vai para os “coitadinhos palestinos”. Trabalhadores reclamam do atraso de salários e pensionistas protestam há meses. A inflação a 50% e o alto desemprego alimentam os protestos. Se ao invés de ter Israel como inimigo, tivesse como amigo, talvez no Irã já houvessem centenas de usinas de dessalinização no país. Isto mostra que o ódio e o anti-semitismo toranam as pessoas cegas e envenenadas até a morte.

A solução para o Irã e o Líbano passam por Israel

Assim como a cooperação civil e militar trouxe uma relativa paz nas fronteiras com o Egito, que está aos poucos se recuperando e levando sua população a uma melhoria constante no se padrão de vida. A situação não é muito diferente na Jordânia, pois com a escassez que há no Mundo, o país já teria sucumbido se o Estado de Israel não estendesse as mãos no suprimento de água. Eu creio piamente que a solução para as diferentes crises no Irã e o Líbano, passam pelo Estado de Israel, pela rejeição ao ódio e o abandono do anti-semitismo desenfreado contra os judeus.

O Estado de Israel já ofereceu ajuda humanitária e tecnológica se necessária ao Líbano para superar a crise, tenho certeza que fariam o mesmo pelo Irã. O desejo dos governantes judeus e do Povo de Israel é prosperar para a paz, ou em outras palavras, Paz afim de Prosperar. O Povo de Israel recebeu como palavra profética do Eterno, que todo aquele que o abençoar, também será abençoado. Se Líbano e Irã querem realmente sair da crise sem fim em que se encontram, está na hora de estender as mão para a PAZ com ISRAEL.

Fonte: IsraelHayom, YnetNews, Middle East Monitoring

Foto ilustração PixaBay

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