Israel volta com obrigatória de máscaras em lugares fechados

O chefe do gabinete do Corona Prof. Nachman Ash avisou esta noite (quinta-feira) que o surto que começou em Binyamina e Modi’in está se espalhando para outras cidades do país. Ash acrescentou que na próxima semana a obrigação de usar máscaras em espaços fechados será aplicada novamente, e apelou ao público para usar máscaras antes mesmo de a obrigação entrar em vigor.

Em seu discurso de abertura, Ash disse que “a erupção que teve como alvo Binyamina e Modi’in está se espalhando para outros lugares – Kfar Saba, Ramla e Herzliya e outras cidades. Para ser testado, não importa se você está vacinado ou não a este respeito. “

2 comentários em “Israel volta com obrigatória de máscaras em lugares fechados”

  1. Fiquei sabendo, que os palestinos recusaram de ser vacinados pelo governo de Israel. E veridico isso? Pois isso pode acarretar problemas para a política de saúde, prejudicando o povo de Israel com o surgimento de outras cepas novas do Covid 19?Como fica a situação desses Ultraortodoxos que não aceitam ser vacinados. E a liberalidade em Tel Aviv depois dos eventos GLS/GLBT recentes na cidade? Ambos não podem contribuir para a diciminação do Vírus do Covid e suas novas cepas?

    • 1 – Todos os trabalhadores palestinos que entram em Israel já foram vacinados por Israel.
      2 – Os Ultraortodoxos se recusavam no começo, mas depois mudaram e é a população que mais se vacinou em Israel.
      3 – Quanto a LGBT, credito que aí está o problema, principalmente por que muitos gays vem da Europa para participar desta afronta a sociedade conservativa em Israel e acabam por trazer estes variantes(não se trata de LGBT em si, mas sim de qualquer onda de turistas sem vacinação ou sem respeito quarentena).
      4 – Porém, os últimos casos de variantes quem trouxe foram famílias que viajaram, mentiram para os agentes de fronteira estando em países “vermelhos” e violaram também a quarentena. Quanto a estes, o governo está impondo uma multa pesada de cerca de 7 mil shekels.

      Atenciosamente, Miguel Nicolaevsky

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