Um terrorista e dois policiais morreram em operação com agentes secretos de Israel em Jenin

Três palestinos – um terrorista e dois seguranças das forças de segurança palestinas – foram mortos ontem à noite (quarta a quinta-feira) em uma troca de tiros com as forças de segurança em Jenin, enquanto as forças entravam na cidade para fazer prisões.

Um terrorista foi morto, os policiais palestinos que estavam no local morreram por estarem junto dos terroristas no incidente, e o segundo terrorista procurado ficou ferido mas foi capturado pelos israelenses. O incidente pode levar a um conflito diplomático entre Israel e Palestinos. Em Jenin já estão pedindo greve geral no comércio em protesto contra a operação.

Os agentes disfarçados da IAMAM, a unidade especial da polícia, entraram em Jenin na noite passada com o objetivo de capturar duas pessoas procuradas – Jamil al-Amuri e Wissam Abu Zeid – pelo menos um dos quais é filiado à Jihad Islâmica. Os dois estiveram envolvidos em ataques a tiros contra forças de segurança nos últimos meses.

O porta-voz da Autoridade Palestina, Nabil Abu Rudeina, disse que “esta é uma violação contínua dos direitos humanos palestinos e do direito internacional, o que cria tensões e escalada perigosa. “

Abu Rudeina culpou o governo israelense por “essa escalada com suas próprias consequências” e exigiu que a comunidade internacional “forneça proteção ao povo palestino”. Ele pediu ao governo dos EUA que “pressione Israel para que pare a agressão para que as coisas não saiam do controle”.

O porta-voz das Forças de Defesa de Israel disse que uma investigação preliminar sobre o incidente esta noite em Jenin revelou que uma força secreta do exército havia chegado ao local para prender dois terroristas, um dos quais havia sido morto.

Mais tarde, quando a força estava saindo da arena, a polícia palestina abriu fogo contra ela, aparentemente sem saber que se tratava de uma força israelense. A força disparou em resposta e matou os dois oficiais. O governador de Jenin protestou: “As Forças de Defesa de Israel foi a primeira a atirar contra oficiais palestinos”, mesmo não estando presente no incidente, uma vergonha.

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