Jejum do Dia da Destruição do Templo

Hoje em Israel se lembra a destruição dos dois templos de Jerusalém. O Primeiro Templo, construído por Salomão, foi destruído por Nabucodonosor em 586 AC. Marcando o fim da adoração em Jerusalém por cerca de 400 anos. No ano 70 da EC, o general romano, Tito destruiu o Segundo Templo que havia sido construído sob o comando de Zorobabel, Esdras e Neemias, e posteriormente ampliado e reformado por Herodes o Grande. O Segundo templo foi o mesmo onde Jesus pregava e permaneceu de pé por cerca de 500 anos. A destruição do Segundo Templo marcou também o início da longa diáspora judaica por cerca de 2000 anos.

Ainda hoje, o Estado de Israel e os judeus estão sendo ameaçados, vezes pelo Hamas, pelo Hezbollah e desta vez pelo JIHAD palestinos. As Forças de Defesa de Israel não ficarão inertes diante de tais ameaças. Desde a manhã, muitos judeus deverão visitar o Monte do Templo e jejuar, lembrando as duas destruições ocorridas, segundo a tradição, no mesmo dia, Tishá b’Av.

O Primeiro Ministro, Yair Lapid: “Os eventos de Tisha B’av acontecerão amanhã conforme planejado”; Ben Gvir: “Vou subir ao Monte do Templo”
No final de uma discussão convocada pelo primeiro-ministro Yair Lapid sobre os eventos de Tisha B’Av, foi decidido que os eventos ocorrerão amanhã conforme planejado, e que os judeus terão permissão para imigrar para o Monte do Templo, incluindo membros da Knesset.

Representantes da polícia, do Ministério da Segurança Interna, do Shin Bet e de outras agências participaram da avaliação da situação. O membro do Knesset Itamar Ben Gvir anunciou que subiria ao Monte do Templo, dizendo: “Não devemos nos render à jihad e terrorismo – somos os donos do Estado de Israel, e quanto mais agirmos de acordo, os inimigos entenderão a mensagem”.