Wafa Sultan – Uma Luz no Fundo do Tunel

Curso Herança Judaica do Novo Testamento
Wafa Sultan

Publicamos a primeira mat[eria a respeito de Wafa Sultan em 2012, quando a guerra na Síria e no Iraque ainda estava longe de ser o que é hoje.

Os radicais do ISIS nem mesmo tinha a dominação e o poder que já alcançaram, e nem se quer o crueldade e a iniquidade deste grupo radical havia se manifestado ao Mundo ocidental.

Hoje o discurso de Wafa Sultan é sem dúvida alguma mais atual do que nunca, suas críticas ao radicalismo islâmico estão cada vez mais precisas e o discurso de que este mal precisa ser extirpado é mais urgente do que nunca.

Wafa Sultan é Doutora em Medicina e Psiquiatria, nascida em Banyias na costa da Síria, hoje ela vive nos Estados Unidos e palestra mundo a fora baseada no criticismo islâmico, uma das poucas vozes que soam contra o radicalismo árabe.

Veja aqui a corajosa entrevista da Drª Wafa Sultan, Psicóloga Árabe-Americana no programa de entrevista da TV Al-Jazeera. Ela aborda o choque de civilizações do Islã radical contra o ocidente, demonstrando uma grande abilidade e conhecimento dos assuntos sociais e de diplomacia internacional.

Apesar da hostilidade árabe contra Israel, que pode ser vista através das TVs e de outros tipos de mídia, em qualquer lugar do mundo, aquilo que parece ser absurdo também é possível se ver em contraste com as correntes “naturais” do ódio.

Medo do terror

Muitos árabes e muçulmanos não falam simplesmente por causa do medo, o medo das retaliações, medo do terror exercido por aqueles que acham que devem matar e destruir qualquer um que se opõem ao Islamismo radical.

Alguns porem conseguiram vencer as barreiras do terror e do medo em prol da liberdade e verdade, afinal, entre todas as nações desde Marrocos até o Paquistão só existe uma verdadeira democracia que prega a liberdade de expressão e os direitos humanos, se chama Israel.

Algo em comum

Tanto os mais desconhecidos quanto os mais populares árabes e muçulmanos que apóiam Israel hoje têm algo em comum, o desejo de que esta liberdade que há em Israel, seja de expressão ou simplesmente de direitos humanos básico, possa chegar também aos outros países do Oriente Médio.

Outra coisa em comum é o fato de que todos eles chegaram a conclusão de a vida está acima do ódio e de que na realidade Israel já fez tudo o que podia fazer pela paz, mas agora é a hora dos países e organizações muçulmanas compreenderem de que a vez de ceder é deles, e não de Israel.

Dr. Tawfik Hamid

Dr. Tawfik Hamid já foi um extremista, conforme pode-se ver e ouvir(em inglês), Ele chegou a pregar a morte de todos os que não aceitasse o Jihad e se oponham as leis mais radicais do Islamismo.

Mudança de Direção

Durante a entrevista, Dr. Tawfik Hamid relata que algo muito chocante fez com que ele recuasse e aos poucos mudasse de direção. Ele foi ensinado na universidade do Cairo por Abu Musab al-Zarqawi, o braço direito de Bin Laden que morreu em 2006.

Dr. Tawfik Hamid costumava participar de diversas atividades radicais e até sonhava em participar da opressão promovida pelo Talibã na guerra religiosa(Jihad) no Afeganistão.

Tudo mudou quando um dia este médico extremamente qualificado foi chamado para mais uma missão radical, eles cavariam uma sepultura e enterrariam um policial vivo. Dr. Tawfik Hamid afirma que foi neste momento em que ele percebeu o quanto ele, um médico, dedicado a salvar vidas estava tão longe desta ideologia destruidora, desde então ele começou a recuar.

Ameaças e fé

Dr. Tawfik Hamid que continuava a ser chamado para tais investidas, mostrou-se cada vez mais oposto as filosofia de morte do Islã radical, ficando firme em sua posição e rejeitando participar de atos tão cruéis.

Com o passar do tempo, Dr. Tawfik Hamid começou a pregar a moderação e a tolerância na área onde quer que ensinava ou palestrava, fato que despertou o ódio da Jama Islamia que é o órgão responsável pela vigilância de comportamento começou a combate-lo, mas a capacidade filosófica de Dr. Tawfik Hamid sempre os deixava para trás.

Mesmo debaixo de tantas ameaça, Dr. Tawfik Hamid é hoje um palestrante em Universidades, Mesquitas e outros lugares, da tolerância, e ele afirma que está na hora dos muçulmanos cederem, pois Israel já fez tudo que podia e não deve fazer mais nada.

Dr. Tawfik Hamid, em sua entrevista demonstrou também uma grande admiração pelo Estado de Israel, seus intelectuais, e sua sociedade. Ele declara: “Eles podem me matar, mas tenho fé em Deus que eles não conseguirão, porém se conseguirem, se levantarão muitos outros como eu para apoiar Israel.”

Dr. Tawfik Hamid no Youtube

Maaj Jaanen

Ele mesmo postou um vídeo pro-Israel, com um inglês simples, porém muito fácil de compreender ele relata que é um Árabe-Israelense Muçulmano e de que ele possa apoiar Israel. Maaj declara de que ele e sua família, pelo fato de serem liberais, há muito tempo já seriam mortos.

De acordo com Maaj, mesmo os árabes isralenses serem considerados como cidadãos de “segunda categoria” aqui, em Israel temos a liberdade de sermos o que quisermos, falarmos e agirmos com toda liberdade.

Maaj ainda complementa dizendo: Em que outro país, sendo árabe, se houvesse um judeus em seu parlamento, alguém o deixaria vivo quando o mesmo criticasse atitudes de seu país, de forma alguma, ele seria morto imediatamente.

Ele declara: “Apesar das ameaças, eu não me preocupo, pois eu creio em Deus, na salvação, você sabe, eu me preocupo é com a verdade. E a verdade é que se você é um árabe em Israel você têm liberdade, e você têm intensivos para estudar e nem mesmo precisa pagar. Além disso, em Israel você têm segurança e saúde, não importa qual a sua enfermidade, você recebe tratamento igual, sendo árabe ou judeu, e isto é muito bom.

Professores árabes e professores judeus, doutores árabes e doutores judeus ganham o mesmo salário, e em Israel, se você trabalhou, você receberá aposentadoria.”

Maaj vai adiante e declara: “No estado de Israel eu, pela lei, não preciso servir ao exército, pois não mataria árabes, isto, segundo a lei, porém, se fosse necessário ir para o exército, eu iria, afinal, eu vivo aqui, minha família e meus amigos vivem aqui, que problema eu teria em fazer isto? Você podem dizer que sou um palestino, não faria isto. Vejam na Jordânia, lá têm palestinos matando palestinos, vejam em Gaza, palestinos do Hamas matando palestinos do Fatah, eles são loucos, eles são estúpidos, sim eu sou um palestino árabe que gosta de viver em Israel.”

Maaj Jaanen no Youtube

Shoebat Walid um palestino a favor de Israel

Shoebat Walid é o maior exemplo de mudança de direção, pois ele que estava afundado no terrorismo, após ter se exilado no Canadá ele faz declarações tremendas:

“Quando eu finalmente percebia as mentiras e os mitos em que eu fui ensinado, eu senti fortemente que eu devo falar. Os judeus não falam tanto quanto deveriam, então eu tento fazer isso por eles. Eu quero lutar tanto para Israel a partir de perspectivas teológicas e políticas. Israel é um estado pequeno e o mundo muçulmano é um gigante. Meu objetivo pessoal é dar força para o povo judeu, dar-lhes encorajamento. Tive uma mudança de coração e esta é a maneira que eu posso me expiar “.

“Meus primos continuam como apaixonados ativistas palestinos”, diz ele. “Um primo dirigiu seu táxi contra uma sinagoga de Chicago há vários anos. Outro primo estava a caminho da Rua Ben Yehuda(o famoso shopping de pedestres em Jerusalém), com uma bomba, quando foi interceptado por soldados israelenses e o mataram. Naquela noite, minha tia – de acordo com a tradição de nossa sociedade – distribuíus doces para as outras mulheres em sua cidade, em comemoração do martírio do seu filho. Mas à noite, sozinha, ela chorou.

“Eu também pensei que iria morrer como um mártir. Mas agora pode ser para uma causa totalmente diferente que eu vou morrer…. Há uma recompensa de dez milhões de dólares na minha cabeça. Eu não sei quanto tempo eu viverei. Sim, estou com medo. Mas eu sinto que é meu dever e minha missão de buscar a justiça para Israel e o povo judeu. Eventualmente, espero voltar a Israel e lá viver, e estabelecer um programa para os palestinos, recuperá-los da lavagem cerebral. Isto é essencial para a paz na região.

“A ocupação não é a de Israel na terra”, disse Walid. “A ocupação é na verdade nas mentes dos palestinos que são ensinados ao ódio.

“Eu ainda sou um terrorista”, Walid risos “, mas agora aterrorizo intelectualmente ao invés de fisicamente.

“Nunca pensei que você não pode fazer a diferença”, diz Walid os alunos HANC suavemente, como ele acaba o seu discurso. “Que você é apenas uma pessoa, que você não é talentoso o suficiente. Moisés era um gago que não conseguia nem falar. Eu não sei falar também, quando eu comecei a minha cruzada. O importante é acreditar no que você está fazendo, mesmo se o mundo inteiro diz que você está errado. Noé advertiu sua sociedade da inundação iminente, mas eles riram dele.

“Ele viveu. E eles sucumbiram.”

“Sim, eu perdi toda a minha família”, afirma Walid, infelizmente. “Mas”, diz ele bravamente, acenando para os membros das audiências em que ensina, “quando olho vejo minha família que eu ganhei em seu lugar.”

Shoebat Walid costuma ministrar em diversas organizações, inclusive organizações de árabes muçulmanos, mesmo debaixo de intensas ameaças, a mudança em sua vida foi uma conversão genuína de Shoebat a fé no Mashiach Yeshua.

Shoebat Walid em entrevista a CNN

Dr. Wafa Sultan pede o bom senso aos muçulmanos

Dr. Wafa Sultan têm pregado nas redes de TVs árabe contra o radicalismo e a violência muçulmana, ela se sente ameaçada, porém crê na justiça e provisão divina.

Dr. Sultan costuma comparar e mostrar o quanto o radicalismo islâmico é animal e fora de qualquer senso, e elogia a pregação da Paz tão comum ao judaísmo e cristianismo. Dr. Sultan já foi até mesmo ameaçada em público, mas prefere ignorar a ignorância de seus conterrâneos e “irmãos” muçulmanos.

Em plena rede de televisão Al-Jazeera ela declarou:

“O confronto que estamos testemunhando ao redor do mundo não é um confronto de religiões, ou um choque de civilizações. É um confronto entre dois opostos, entre duas eras. É um confronto entre uma mentalidade que pertence à Idade Média( O Islamismo) e outra mentalidade que pertence ao século 21(As civilizações ocidentais).

É um confronto entre a civilização e o atraso, entre o civilizado e o primitivo, entre barbárie e da racionalidade. É um confronto entre liberdade e opressão, entre democracia e ditadura. É um confronto entre direitos humanos, por um lado, e a violação desses direitos, por outro lado. É um confronto entre aqueles que tratam as mulheres como animais, e aqueles que querem tratá-las como seres humanos. O que vemos hoje não é um choque de civilizações. Civilizações não se chocam, mas concorrem entre si.”

Ela continua: “Os judeus vieram da tragédia (do Holocausto), e obrigaram o mundo a respeitá-los, com seus conhecimentos, não com o terror, com seu trabalho, e não com seu choro e gritos.

A humanidade deve a maioria das descobertas da ciência e dos séculos 19 e 20 para os cientistas judeus. 15 milhões de pessoas, espalhadas por todo o mundo, unidos e venceram os seus direitos através do trabalho e do conhecimento. Nós não vimos um único judeu explodir-se em um restaurante alemão.

Nós não vimos um único judeu destruir uma igreja. Nós não vimos um único judeu protestar matando pessoas. Os muçulmanos tornaram três estátuas de Buda em poeira. Nós não vimos um único budista queimar uma mesquita, matar um muçulmano, ou queimar uma embaixada.

Só os muçulmanos defendem suas crenças queimando igrejas, matando pessoas e destruindo embaixadas. Este caminho não dará nenhum resultado. Os muçulmanos devem se perguntar o que eles podem fazer para a humanidade, antes de exigir lhes respeito da humanidade.”

Em entrevista ao canal 2 de Israel, Wafa Sultan elogiou a democracia de Israel, os investimentos que o país faz na cultura, ciência e medicina, que são um exemplo para todo o Oriente Médio. Além disso, ao final de sua entrevista ela declarou que deseja um dia, em breve, poder visitar este belo país.

Dr. Wafa Sultan em entrevista na rede Al-Jazeera

Creio que este artigo poderá despertar as mentes atrofiadas daqueles que pensam que os palestinos e muçulmanos estão no caminho certo, na realidade o caminho em que estão os levará a destruição e vergonha. Afinal, para que nos serviria 20 séculos de lutas sangrentas em todo mundo desde a invasão romana ao Oriente Médio, seria tudo isto insuficiente para aprendermos alguma coisa na lição da História da Humanidade? Meu desejo é que a sua conclusão seja mesma de todos estes acima, a violência contra Israel não compensa e é destruidora para todos os que fazem uso dela.